terça-feira, 23 de outubro de 2012

ANTI-MERKEL...

A continuar pela via actual, Angela Merkel arrisca-se a passar à história, juntamente com Durão Barroso, como a coveira da União Europeia e a mulher que abriu o caminho, não só à desagregação política da Europa como a uma provável nova guerra europeia. 

Para além disso é responsável pelo crescente ódio à Alemanha, por parte de muitos cidadãos europeus, que estão a ser vítimas das sua política de austeridade, desenterrando velhos fantasmas europeus. Há que não esquecer que, nos últimos 150 anos, a Alemanha foi responsável por três das mais devastadoras guerras em solo europeu, a Guerra Franco-Prussiana (1870-1871), a Primeira Grande Guerra (1914-1918) e a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), sem esquecer que a Alemanha esteve no centro dos mais dramáticos momentos da Guerra Fria (1945-1991).

Angela Merkel esqueceu-se também, talvez por ignorância, das próprias lições da história alemã, ao preferir impor aos países do sul o “Tratado de Versalhes”, em vez do Plano Marshal.
Esquece-se ainda a chanceler da solidariedade europeia nos anos 90, em relação à unificação alemã, que permitiu à Alemanha atingir deficits muito acima dos que estavam previstos nos Tratados Europeus para conseguir integrar a RDA, sem grandes dramas ou tensões sociais.

Mas se olharmos para o percurso pessoal de Angela Merkel, não nos admiramos do seu oportunismo, da sua ignorância e da insensibilidade pelo destino da União Europeia.
Nascida em Hamburgo, acompanhou os seus pais para o leste da europa. O seu pai, um protestante luterano, terá colaborado com a polícia secreta da RDA, a Stasi e terá garantido assim um bom futuro para a sua filha nesse país.

Merkel pertenceu às FDS, as juventudes comunistas e formou-se em física e química. Na universidade conheceu o seu actual  e segundo marido, que era também seu professor e, graças a essa ligação e ao facto de ter militado na FDJ universitária, uma organização comunista que controlava a vida universitária e a ter participado na “secção” de “Agitrop”, agitação e propaganda conseguiu acender meteoricamente ao Instituto Central de Quimica da Academia de Ciências da RDA, para onde só entravam os fiéis do regime comunista. Aí completou o seu doutoramento. Mais tarde justificou essas suas funções de apoio ao regime como tendo sido a condição para poder licenciar-se e doutorara-se.

Foi das tais que só descobriu os malfeitorias do regime comunista depois da queda do muro de Berlim.

Depois passou-se da armas e bagagens para o partido que lhe dava melhores condições de singrar politicamente e fazer esquecer o seu passado antidemocrático, o partido Democrata Cristão(CDU), revelando-se uma política maquiavélica, chegando rapidamente ao topo.

O seu passado antidemocrático, a sua educação anti ocidental e o seu oportunismo explicam em parte a sua atitude em relação à União Europeia.

É esta senhora que vai visitar Portugal no próximo dia 12 de Novembro, acompanhada por vários empresários alemães, que vêm aproveitar os “saldos” das empresas portuguesas e participar no saque generalizado que lhe é oferecido de bandeja por políticos corruptos e incompetentes.

Até dia 12 de Novembro, quase diariamente, aqui vamos publicando vários cartoons, fotografias e textos que denunciem o desagrado pela presença da senhora.

É o nosso pequeno contributo para denunciar as malfeitorias dessa senhora e um contributo modesto para conseguir salvar o que resta da necessária solidariedade europeia.

1 comentário:

Anónimo disse...

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ass: cidadãindignada