Os dias que rolam, numa visão plural, pessoal e parcial de um mundo em rápida mutação. À esquerda, provocador e politicamente incorrecto, mas aberto à diversidade...as Pedras Rolam...
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
NO CENTENÁRIO DO INÍCIO DA PRIMEIRA GUERRA.
Há cem anos iniciava-se a Primeira Grande Guerra, com a declaração de Guerra da Austria à Sérvia, na sequência do atentado de Sarajevo um mês ano.
Começava assim uma das épocas mais negras da história de humanidade e, em especial, da história europeia.
A Europa só voltaria a conhecer a paz em 1945.
Entre 1914 e 1945 o mundo conheceria uma devastadora crise economica e social, a ascensão de regimes totalitários como o fascismo, o stalinismo e o nazismo e uma segunda guerra, ainda mais devastadora.
Ao que parece o mundo já se esqueceu das lições dessa época e vive de novo uma crise economico e social devastadora e uma imensidão violentos de conflitos regionais, cujo resultado ainda é uma incógnita.
Recordar a história da Primeira Guerra, que marca também o verdadeiro início do "pequeno século XX", é um importante contributo para reflectirmos sobre o tempo em que vivemos, onde, trágicamente, se parecem avolumar os erros que conduziram a tragédias como aquela.
O jornal Público iniciou hoje a publicação de dossier diários sobre essa guerra e os seus reflexos em Portugal, podendo ser consultado clicando em cima, no título desse diário.
Mas também destacamos aqui os dossiers de jornais de referência como o EL País , o EL MUNDO , o Le Monde e o The Guardian. A sua consulta é uma boa sugestão para estas férias.
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Centenários:-A Caça à Baleia nos Açores há cem anos
( a vila piscatória de Lages, com o Pico ao fundo)
A pesca da baleia é uma actividade que, felizmente, foi limitada nos últimos anos.
Mas nem sempre foi assim e, durante muito tempo, foi uma das actividades economicamente mais rentáveis, levando quase à extinção dos cetáceos.
Os Açores eram, até há pouco tempo, conhecidos pela pesca da baleia que se diferenciava dessa actividade noutras partes do mundo pelo seu carácter quase artesanal, onde a luta entre o homem e a baleia era quase de igual para igual.
Há cem anos, na sua edição de 28 de Fevereiro de 1910, a revista Ilustração Portuguesa publicava uma interessante foto reportagem sobre esse tema, da autoria de Rodrigo Guerra.
São algumas das fotografias dessa reportagem que hoje aqui divulgamos.
Canoa baleeira construida na vila de Lages e que seria oferecida a D. Carlos pos ocasião da sua última visita aos Açores.
Canoas baleeiras rebocando um cachalote.
Duas baleias de "cem barris", preparadas para serem cortadas
Corte das baleias
Uma enorme boleia pouco depois de ser rebocada
A cabeça de uma baleia
Canoas regressando ao porto de Lages
Baleia de "cem barris" amarrada no local onde ía ser cortada
Fragmantos de baleias, prontas para serem derretidas, a entrar nas caldeiras.
Segundo o repórter Rodrigo Guerra, toda esta mortandade tinha como um dos objectivos a extracção do ambar gris para a produção de perfumes.
O autor da reportagem rematáva-a do seguinte modo:
"Mal imaginas tu, gentil mulher, ao apeares-te do teu automovel, e ao entrares no salão de S. Carlos, que o perfume evolado dos teus hombros nús, do teu cabello loiro, veiu do intestino do cachalote e dos resíduos da sua digestão!"
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
CENTENÁRIOS - 23 - A Feira de Agosto, em Caldas da Rainha (Agosto 1909)
("Nas Caldas : Vendedora de pinhões em dia de mercado - Cliché de Benoiel",in Illustração Portugueza nº 180 de 2 de Agosto de1909)
Na sua edição de 30 de Agosto de 1909 (depois de o anunciar na capa do dia 2), publicava a “Illustração Portugueza” uma reportagem fotográfica da autoria de Joshua Beneloiel, acompanhada de um pequeno texto descritivo, provavelmente da autoria desse fotógrafo, sobre a feira de Agosto das Caldas da Rainha, uma descrição que podia encaixar perfeitamente nas muitas feiras que então se realizavam na região Oeste, e cujo conteúdo não resistimos a transcrever:
“FEIRAS PORTUGUESAS – A FEIRA das Caldas
“A feira das Caldas é uma das mais interessantes do paiz pelo grande numero de pessoas que ali concorrem idas de Lisboa e de outros pontos próximos, principalmente porque ella se faz a 15 e 16 de Agosto, e sendo o primeiro d’estes dias de festa tradicional muita gente se dirige à feira da localidade. A physionomia d’essa feira é curiosa. Grande numero de excursionistas pelos arruados onde as vendedeiras apresentam os seus taboleiros de bolos e das saborosas cavacas que são productos da villa; há também logares de louças baratas e bugigangas do typo antigo que tornaram celebre a povoação onde Raphael Bordallo devia realisar uma renovação artistíca; montões de fructas expõem-se n’aquelle tumultuar do mercado no qual photgraphos ambulantes, pelotiqueiros e vendedores dos mais extravagantes objectos fazem o seu negocio. E nota dominante da feira são os varapaus ferrados, os marmeleiros nodosos e fortes que teem grande venda como as cestas e outros productos dos arrabaldes que toda a gente quer trazer como recordação d’esse passeio a uma das mais pittorescas localidades do paiz, próximo de Lisboa, famosa pelas suas louças e pelas suas aguas medicinaes”.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
CENTENÁRIOS - 21 - O Rio de Janeiro em 1909
Em 1909 a cidade do Rio de Janeiro foi alvo de profundas obras de embelezamento que a tornaram a imagem de marca pela qual é hoje conhecida.
Talvez não seja por acaso que, cem anos depois, essa mesma cidade foi escolhida para a realização das Olimpíadas de 2016, as primeiras realizadas na América-latina.
Entre as suas edições de 19 de Julho de 1909 e 2 de Agosto desse mesmo ano, a revista “Illustração Portugueza” publicou um conjunto de reportagens sobre o rio, da autoria de Arnaldo Fonseca, acompanhadas por fotografias de A. Malta.
Novamente, cem anos depois, mercê dessa escolha, a cidade do Rio de Janeiro será novamente alvo de grandes obras arquitectónicas que a projectarão para os próximos séculos.
São algumas dessas fotografias, de há cem anos , que aqui reproduzimos em homenagem a essa cidade e aos seus habitantes, neste momento que é de festa
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CENTENÁRIOS - 21 - O Rio de Janeiro em 1909
"O Rio visto do morro de Santo António"
"Um trecho da praia de Botafogo antes dos recentes melhoramentos (Cliché do amador R.R.Cabral)
"Avenida Beiramar, que substituiu as antigas praias da Lapa, Russel, Flamengo e Botafogo"
"Vista Geral de Botafogo"
"Demolições para alargamento da rua Uruguayana"
"A nova rua Uruguayana"
"O morro ou outeiro da Glória e um trecho da avenida Beiramar"
"Largo e nova rua da Carioca"
"Demolição da rua da Carioca para o alargamento"
(Fonte: Illustração Portugueza, nº 178 de 19 de Julho de 1909)
sábado, 18 de julho de 2009
Centenários - 20 - João Gouveia, inventor do aeroplano português.
João Gouveia, o inventor do aeroplano português ("cliché" da Phot. Vasques)Joshua Benoliel foi o responsável por uma reportagem fotográfica, na edição de 3 de Maio de 1909 da “Illustração Portuguesa”, dedicada a João Gouveia, o inventor do “aeroplano português”.
As fotografias revelam a construção do protótipo que serviu de modelo a esse acto pioneiro de há cem anos.
A dois dias da chegada do primeiro homem à Lua, é bom recordar que houve portugueses que participaram activamente nesse sonho que começou com a conquista dos céus.
As fotografias revelam a construção do protótipo que serviu de modelo a esse acto pioneiro de há cem anos.
A dois dias da chegada do primeiro homem à Lua, é bom recordar que houve portugueses que participaram activamente nesse sonho que começou com a conquista dos céus.
Uma fotografia do aeroplano de Wilbur Wright, experimentado em Roma, da autoria de C. Abeniacar.Centenários - 20 - João Gouveia, inventor do aeroplano português.
Trabalho feminino na construção doprotótipo, na oficina da rua António Pedro, em Lisboa, neste caso colocando o "fitinho" na seda de uma asa.
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