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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Lu Nan, o fotógrafo da China esquecida

Lu Nan, fotógrafo chinês da
Magnum (ver AQUI) , pode ser descoberto agora em Lisboa. No Museu Berardo,  em Lisboa, até 14 de Janeiro (ver mais clicando em cima).

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O CHEIRO DO DINHEIRO : - PSD disposto a estreitar relações com Partido Comunista Chinês

Percebe-se agora porque é que a maior parte dos maoístas do PREC "emigraram" maioritariamente para o PSD.

Finalmente está consumada a sua missão histórica de arredar os "social-fascistas" da social-democracia que dominavam esse partido desde os tempos de Sá Carneiro, esse "renegado" reformista.

Sob a liderança do grande líder Passsos Coelho, candidatam-se agora a serem os representantes privilegiados em Portugal do Partido "Comunista" Chinês.

...ou é apenas o cheiro do dinheiro  que os move???

PSD disposto a estreitar relações com Partido Comunista Chinês: A China quer reforçar as relações com Portugal através dos partidos políticos e o PSD está disposto a desenvolver as relações com o Partido Comunista Chinês, segundo a agência oficial Xinhua.(clicar para ler).

terça-feira, 30 de setembro de 2014

"Umbrella Revolution" em Imagens

















Estamos Solidários com a "Revolução dos Guarda- Chuvas" (em Hong Kong)

Um dos grandes mistérios com que os historiadores e politólogos do futuro se vão confrontar, é o de perceber o fascínio que a China e o seu modelo politico-económico-social exerceu sobre grande parte dos decisores políticos e económico-financeiros do capitalismo ocidental e das elites da União Europeia no início do século XXI.

De facto, tem sido o fascínio por esse modelo a contribuir para destruir o tecido sócio-económico do Ocidente democrático, nomeadamente o Estado Social construído na Europa ao longo do século XX.

A desculpa é o de atrair o capital dos países “emergentes”, penetrar nos seus mercados e as necessidades de um mercado  “competitivo” num “mundo globalizado”, onde o modelo chinês é cada vez mais o dominante.

Grande parte do capital desses países emergentes tem origem mais que duvidosa ( desde o oriundo de obscuros negócios de máfias locais, da corrupção dos seus líderes políticos, do “dumping social” neles praticado, da inexistência de direitos socias e até dos democráticos).

Por seu lado, as grandes empresas ocidentais, cada vez menos eticamente escrupulosas, do ponto de vista social [essa preocupação, quando a houve, durou apenas enquanto existiu a “sombra” da União Soviética….], sentem-se atraídos por esses países emergentes, com a China à cabeça, onde não existem greves nem contestação, nem preocupações ambientais, onde o trabalho sem regras e a exploração de mão-de-obra infantil foge a qualquer controle, garantindo assim lucros fabulosos a essas empresas.

Mas, num mundo capitalista sem regras, onde os políticos são meros “facilitadores” dos negócios financeiros, um dos atractivos, nunca assumido, pelo modelo Chinês passas pelo facto de estarmos num país, que para além de oferecer uma mão-de-obra barata e sem direitos, um vasto território sem o “entrave” das regras ambientais do ocidente, oferece a possibilidade de todo o tipo de negócios sem o “empecilho” do controle democrático ou da liberdade de expressão.

A China é, sem dúvida, a “melhor” síntese entre o pior do capitalismo, com o pior do comunismo, “pior” na perspectiva dos cidadãos e dos trabalhadores, porque para a ganância do grande capital financeiro internacional e das corruptas elites dirigentes do gigante asiático este é o melhor de todos os mundos.

Por isso é da mais absurda hipocrisia toda a “indignação” manifestada pelas elites políticas ocidentais em relação àquilo que se passa em Hong Kong. Uma China democrática, onde houvesse liberdade de expressão, com direitos sociais e respeitadora das preocupações ambientais era o pior de todos os pesadelos para essa gente, pois deixavam de ter desculpa para continuar a retirar direitos aos trabalhadores dos seus países e a desvalorizar o trabalho para “responder” ao “dumping social” dos “países emergentes”.


Pelo nosso lado, estamos do lado das forças democráticas da China, pois a sua vitória ´só podia fortalecer a luta dos cidadãos da Europa pelo reforço dos seus direitos socias, políticos e económicos.

(Podem ler mais sobre a "revolução dos Guarda-Chuvas" AQUI e seguir os acontecimentos em Hong Kong , em directo, AQUI)

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Tiananmen — história de uma imagem


Completaram-se na semana passada vinte e cinco anos sobre o massacre de Tiananmem. Ainda hoje se desconhece o número exacto de mortes.

Os "negócios" falaram mais alto que os direitos humanos e o assunto foi quase esquecido.

Hoje a China é o modelo ideal para o capitalismo global que nos governa e para os meios financeiros que mandam na Europa e em Portugal: salários de miséria, com cada vez menos direitos, muito dinheiro a circular sem contrôle e um poder político cada vez menos democrático (Durão Barroso a Comissão Europeia ainda conseguem ter menos legitimidade "democrática" que os dirigentes chineses...)

A imagem do homem enfrentando os tanques tornou-se o ícone desse acontecimento. Até hoje ninguém sabe quem era ou qual o destino desse homem, mas conhece-se o autor da fotografia, Jeffe Widener.

Em baixo podem ver um curto video onde aquele fotógrafo conta a história desse imagem:

segunda-feira, 16 de abril de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A Foto do Dia - 9 - Bem vindos ao Ano do Dragão.

Pequim festeja a entrada no Ano do Dragão...por cá espero que seja o ano da Águia...
(Foto: AP).

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Os criminosos "bons" e os criminosos "maus" - a propósito da visita do Presidente da China à Inglaterra

Por ironia do destino, no mesmo dia em que o Tribunal Penal Internacional decidiu emitir um mandato de captura contra Kadafy, um dos países que mais encarniçadamente se tem batido pela condenação do ditador Líbio recebia com pompa e circunstância a visita oficial de Wen Jiabao, presidente da China.

Também, nesse dia, a mesma China anunciava o seu apoio a Christine Lagarde, candidata à liderança do FMI e cuja personalidade, à frente daquela organização, vai representar um retrocesso em relação à mudança que se iniciou com Straus-Khan, e o regresso ao velho modelo neo-liberal puro e duro daquela organização, que tantos estragos tem causado por esse mundo fora.

Ainda não há muito tempo Kadafy era recebido com a mesma pompa pelos líderes ocidentais.
Pelo que parece a “voz” dos negócios fala mais alto do que a defesa dos Direitos Humanos, e o mundo ocidental continua a usar critérios diferentes conforme as conveniências do momento: os crimes perpetuados pelo regime chinês no Tibet, já para não falar nos crimes de tipo ambiental e social todos os dias praticados na China, mas estes até são do agrado dos “mercados” ocidentais, pelos vistos não têm o mesmo peso dos crimes de Kadafy e do seu regime.
Aliás, neste momento, na Líbia, já não se percebe bem onde começam os crimes do regime e acabam os crimes perpetuados pelos rebeldes e pela NATO.

Os argumentos usados pelo TPI contra o ditador Líbio pudiam encaixar que nem uma luva na actuação do governo chinês. Mas o cheiro do dinheiro e o medo de enfrentar o gigante asiático tornam a hipocrisia ocidental uma prova da sua cobardia moral, política e social.

A China é a prova acabada que os "mercados" estão pouco interesados nos direitos políticos e sociais. Aliás, o próprio funcionamento anti-democráticos da Comissão Europeia, do Eurogrupo e do Banco Central Europeu são a prova que, entre as actuais lideranças europeias, o negócio tem mais peso que a democracia e a defesa dos cidadãos.

Sendo assim, a forma como o Presidente chinês é recebido na Europa pelos seus pares não é um mero sinal de hipócrisia política, revelando antes uma grande prova de coerência e compradio entre os políticos europeus e os supremos interesses dos "mercados".






quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O ANO DO COELHO

Estas são algumas imagens de ontem, início do novo ano lunar chinês, o ano do Coelho (Fonte: Irish Times):







sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Nobel da Paz de 2010 "entregue" à cadeira vazia de Liu Xiaobo

Nobel da Paz de 2010 "entregue" à cadeira vazia de Liu Xiaobo - JN (clicar na frase para ler a notícia)

...e ainda há quem considere os "negócios da China" mais importantes que os Direitos Humanos!

domingo, 7 de novembro de 2010

NO PAÍS DAS MARAVILHAS DE JOSÉ SÓCRATES -15- Amnistia acusa Governo de ter afastado manifestação

Amnistia acusa Governo de ter afastado manifestação - JN (clicar na frase para ler anotícia).

...Pois é! ....o que interessa é o NEGÓCIO...
(Na China, para além de não serem respeitados os Direitos Humanos, os salários são miseráveis e ninguém pode fazer greve ou protestar contra as péssimas condições de trabalho... ).
E Viva as mãos dadas entre o alto capital bancário Português ( lá estavam eles, sorridentes, à volta de Cavaco e do presidente chinês, num lauto jantar pago por todos nós...é a crise!) e o "Comunismo" da falta de direitos sociais e do "dumping social" (esse mesmo, o que está a servir de pretexto para a destruição do "Estado Social" europeu...).

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O PCP E A CHINA..."NÃO HAVIA NECESSIDADE!"...

O Partido Comunista Português (PCP) resolveu reagir à atribuição do Prémio Nobel da Paz ao dissidente chinês LIU XIAOBO, nos seguintes termos:


Miguel Portas chama a esse comunicado, na sua página do Facebook de “tesourinho deprimente”.

Quanto a mim a coisa é mais séria.

Sabendo-se que grande parte da crise que os trabalhadores europeus sofrem na pele, como o desemprego, o fim de direitos sociais e quebre nos salários se deve ao “dumping social” imposto pela China ao mundo, situação agravada com a especulação e corrupção dos meios financeiros de Wall Street, aliados dos negociantes chineses, com que cara é que o PCP pode depois vir em defesa dos trabalhadores?

Na China os salários são miseráveis, as condições de trabalho péssimas, os trabalhadores não têm o mínimo de direitos sociais, sindicais e políticos, os Direitos Humanos e o Ambiente são desrespeitados a toda a hora.

Na China governam e lucram os “sócratinhos” chineses, sem escrúpulos financeiros, corruptos e que enxameiam os órgão do PCC, porque é este que lhes dá o poder, e vão continuar sempre onde estiver o poder financeiro e político, mesmo que amanhã o regime chinês assuma a sua verdadeira face e deixe cair o “comunismo”, para melhor explorar os seus cidadãos e o mundo do trabalho (ou já se esqueceram do exemplo do leste?).

É pena que o PCP, que em Portugal tem um historial diferente da maior parte dos partidos comunistas, pois foi ele o perseguido e é ainda dos poucos que em Portugal defende os que vivem do seu trabalho, o PCP insiste em agarrar-se a velhos dogmas e defender o regime chinês, que se auto intitula de República Popular, governada pelo auto proclamado Partido Único.., perdão,…Partido Comunista Chinês (PCC), onde grassa a corrupção, responsável por um regime onde se fundem o pior do capitalismo com o pior do comunismo.

É caso para dizer…não havia necessidade!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

LIU XIABO, Prémio Nobel da Paz 2010

Foi anunciado há momentos o Prémio Nobel da Paz, este ano atribuido ao dissidente chinês Liu Xiabo.
Com 54 ano, Liu está preso na China desde 2008.
Este prémio é uma bofetada sem mão aos economistas e empreesários ocidentais que continuam a elogiar a "emergência" económica da China e o dumping social introduzido na economia mundial, e que tem servido de desculpa para os ataques que se tem feito ao Estado Social na Europa.
...mas, "negócios são negócios".
Esperemos que este Prémio desperte as consciências ocidentais adormecidas.
Ver AQUI mais detalhes sobre o premiado.