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segunda-feira, 1 de julho de 2019

TOrres Vedras durante a Primeira Guerra (1914-1918)


A propósito do centenário da assinatura do Tratado de Versalhes (28 de Junho de 1919), AQUI recordamos os reflexos da Primeira Guerra no concelho de Torres Vedras, entre 1914 e 1918.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

segunda-feira, 28 de julho de 2014

NO CENTENÁRIO DO INÍCIO DA PRIMEIRA GUERRA.

Há cem anos iniciava-se a Primeira Grande Guerra, com a declaração de Guerra da Austria à Sérvia, na sequência do atentado de Sarajevo um mês ano.

Começava assim uma das épocas mais negras da história de humanidade e, em especial, da história europeia.

A Europa só voltaria a conhecer a paz em 1945.

Entre 1914 e 1945 o mundo conheceria uma devastadora crise economica e social, a ascensão de regimes totalitários como o fascismo, o stalinismo e o nazismo e uma segunda guerra, ainda mais devastadora.

Ao que parece o mundo já se esqueceu das lições dessa época e vive de novo uma crise economico e social devastadora e uma imensidão violentos  de conflitos regionais, cujo resultado ainda é uma incógnita.

Recordar a história da Primeira Guerra, que marca também o verdadeiro início do "pequeno século XX", é um importante contributo para reflectirmos sobre o tempo em que vivemos, onde, trágicamente, se parecem avolumar os erros que conduziram a tragédias como aquela.
   
O jornal Público iniciou hoje a publicação de dossier diários sobre essa guerra e os seus reflexos em Portugal, podendo ser consultado clicando em cima, no título desse diário.

Mas também destacamos aqui os dossiers de jornais de referência como o  EL País , o  EL MUNDO , o   Le Monde e o The Guardian. A sua consulta é uma boa sugestão para estas férias.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

A Primeira Guerra em Banda Desenhada

A  da revista francesa de arte, "BeauxArts" dedica uma edição "fora de série" à forma coma a Banda Desenhada tem tratado o tema da Primeira Grande Guerra, da qual se comemora  agora o primeiro centenário.

Que uma revista de arte, como o prestígio daquela, dedique um número especial à Banda Desenhada é bem revelador do reconhecimento que, lá por fora, é dado à Banda Desenhada como um dos mais criativos géneros artísticos contemporâneos.

Sem preconceitos, em editorial, essa revista assume que a força visual e narrativa da 9ª arte é uma das formas artísticas mais eficaz para tratar uma tal "ópera de morte e de fogo" como o foi a Primeira Guerra.

Consideram ainda os responsáveis por aquela revista que a BD é "mais lirica que o cinema", capaz de reproduzir os ambientes dramáticos daquela guerra.

Um dos principais autores homenageados e citados é Tardi, que dedicou grande parte da sua obra a retratar este conflito, sendo da reprodução da sua obra que se faz a capa desta revista.

A revista percorre a história dos autores que retrataram o acontecimento, com a inclusão de histórias integrais dalguns deles, desde os históricos "les Pieds nickelés" até à obra do norte-americano Joe Sacco, que dá aqui uma rara entrevista, sem esquecer o luso-descendente Cyril Pedrosa, um dos mais destacados e inovadores autores da BD contemporânea.

O prisma da Primeira Guerra vista pela banda desenhada é um forma original e criativa de recordar o centenário desse acontecimento.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

MORREU O ÚLTIMO COMBATENTE DA Iª GUERRA MUNDIAL


Chamava-se Claudes Choules o soldado britânico que faleceu agora na Austrália com 110 anos.
Era o último combatente vivo, conhecido, da Iª Guerra Mundial.
Este acontecimento tras-me à memória a minha infância e o fascínio que exercia sobre mim a presença anual, nos desfiles do 10 de Junho, de algumas dezenas de militares, muito velhos, cheios de medalhas,  antigos soldados portuguesesm combatentes da Primeira Guerra.
Viviam no então denominado Asilo Militar de Runa e tive oportunidade de conhecer alguns deles pessoalmente nalgumas visitas que fiz a esse local.
Já na segunda metade da década de 80 do século passado tive oportunidade de, na companhia do meu amigo Moedas Duarte, ter entrevistado quatro desses combatentes para um programa radiofónico da Rádio Extremadura, uma rádio "pirata", no tempo da luta pela legalização das rádios locais, num programa comemorativo da entrada de Portugal nessa guerra.
Tenho por aí algures, uma cassete com a gravação dessas entrevistas que gostaria de um dia, quando tiver tempo, passar à escrita.
Poucos anos depois dessa entrevista deixou de haver combatentes portugueses dessa guerra. Não sei em que ano morreu o último combatente português, mas hoje, com a morte do último combatente no mundo, veio-me à memória aqueles tempos em que era frequente cruzar-me nas ruas de Torres Vedras com esses homens.
Hoje morreu o último, encerrando-se a nossa ligação, como geração, com uma época que agora se torna memória.