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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Dijsselbloem em cartoon´s - uma figura que só deixa saudades aos cartoonistas

O Homem que liderou de forma desastrosa o Eurogrupo, tendo contribuído para aumentar as divisões e as desigualdades entre os Europeus, vai finalmente sair de cena no próximo dia 13 de Janeiro.

Os holandeses já correram com esse racista  há muito tempo.

Por cá não deixa saudades e representou o pior que existe entre os burocratas de Bruxelas.

É caso para dizer..."adeus, até nunca mais".

Aqui se recorda a sua "acção", que quase conduziu à destruição do euro e da Europa e que tanto sofrimento causou em Portugal , numa recolha de cartoon´s, que retratam bem essa tenebrosa figurinha: 

terça-feira, 4 de abril de 2017

As Baratas tontas que lideram a União Europeia e o sr. Dijsselqualquercoisa….


Parece que agora, para as baratas tontas que, para nossa desgraça e miséria, lideram a União Europeia, o sr. Dijsselbloemoulácomosechama tornou-se o bode expiatório de década e meia de destruição do projecto europeu.

Claro que, se precisarem, eu também contribuo para “bater no ceguinho”. Aliás o sr. Dijsselqualquercoisa nunca me enganou e até há muito tempo que o aponto como um dos “rostos do mal” que assolaram esta triste Europa e muito tem contribuído para a destruição e descaracterização de um belo projecto de cidadania e democracia, em nome da rendição a obscuros interesses financeiros.

Mas, o que não deixa de ser curioso, é que os lideres das duas principais famílias políticas europeias só agora se tenham apercebido do “monstro” que apoiaram e puseram à frente do moribundo e antidemocrático “eurogrupo”.

Já se esqueceram da forma como aplaudiram e apoiaram as atitudes dessa louco holandês quando este humilhava diariamente os países do sul?

Agora que essa triste figurinha do “trabalhismo”(????) holandês deixou cair a máscara e sofreu uma humilhante derrota eleitoral é fácil e “politicamente correcto” desancar no homenzinho.

Mas seria bom que se lembrassem que essa figurinha foi até há pouco tempo o rosto das politicas “austeritárias”, da humilhação dos países do sul, do ataque e destruição aos direitos socias, da defesa dos salários baixos, da submissão ao poder financeiro que tanto contribui para desacreditar o projecto europeu junto dos cidadãos da Europa e que têm atirado muitos eleitores para os braços da extrema direita populista.

E, mais ainda, que todas essas “reformas estruturais” que têm conduzido a Europa para o desastre, executadas e preconizadas pelo sr. Dijssalbloem, têm sido alegremente e despudoradamente apoiadas pelos partidos do centrão europeu que agora se mostram tão chocados com a boçalidade do dito senhor.

Seria bom recordar que, atacar e criticar o dito figurão, implica a autocritica desses partidos à sua própria atitude face ao rumo recente da União Europeia e têm de incluir na “àgua do banho” do projecto Europeu, não só o dito sr., mas também toda a trupe da troika, do BCE, da Comissão Europeia, com especial destaque para a herança da presidência Barroso, para as aldrabices financeiras do sr. Juncker, para a boçalidade do patrão do dito senhor, o irrascível Wolfgang Schäuble, (aliás, o grande inspirador das acções do holandês da brilhantina), ou para o seu braço direito nisto tudo, o sr. Moscovici.

Será que estão assim tão empenhados em mudar alguma coisa, ou tudo não passa de, como se diz por cá, entre “copos e mulheres”, pura “tesão de mijo”???.

quarta-feira, 22 de março de 2017

O sr Djisselbloem coloca mais um prego no "caixão" da União Europeia



Djisselbloem, o “credível” líder do Eurogrupo, (titular de um mestrado inventado…), o “lulu” de Wolfgang Schäuble, que levou o seu partido a uma humilhante derrota eleitoral, continua a contribuir para a subida eleitoral da extrema-direita euroceptica.

Metaforicamente ou não, de forma boçal ou mais velada, não duvido, seguindo a sua actuação ao longo do tempo como líder do Eurogrupo, que o sr. Djsselbloem pensa mesmo que os países do sul andam a desbaratar o dinheiro que ele nos “deu” (???) em mulheres e vinho.

Contudo, já há quem ande por aí a desvalorizar as hipotéticas palavra do arrogante Djisselbloem, comoo site “Os Truques da Imprensa Portuguesa” (ver em baixo o texto desse site).

Contudo . a interpretação algo rebuscada que aquele site faz das palavras daquela triste figurinha que lidera o Eurogrupo, não atenua nem um pouco a indignação que devemos sentir por aquelas palavras.

Apesar da tentativa esburacada de tentar branquear a costumada boçalidade de Djsselbloem, este estava mesmo a referir-se aos países do sul.

Mas até podia dar de barato a justificação que o site dá para o desvario do ainda Ministro das Finanças Holandês.

Mas foi o próprio Djsselbloem a lançar achas para a fogueira, na sua desastrosa intervenção no parlamento europeu.

A polémica não teria atingido a dimensão que está a tingir só  por causa do artigo, que até tinha passado quase despercebido do publico em geral, se não se tivesse registado a intervenção dessa triste figurinha, símbolo da actual elite política europeia, naquele parlamento.

Confrontado com esse artigo por um deputado espanhol, que interpretava aquela frase como uma acusação aos países do sul, a tal interpretação que o site “truques da imprensa…” contesta, o sr. Djsqualuquercoisa podia ter respondido com os argumentos do “truques…” e a coisa morria aí.

Mas não, ele, de uma forma talvez um pouco atabalhoada e confusa, talvez depois de uma noite de copos e “mulheres”, não só não desmentiu o deputado espanhol, como confirmou aquela interpretação.

Ou seja, pode ser verdade que no dito artigo o líder do Partido Trabalhista holandês humilhado nas últimas eleições nesse país, não tenha dito exactamente que os países do sul andaram a gastar dinheiro em bebidas e mulheres, mas acabou por confessar que era mesmo isso que pensava.

Isto é, o sr Djsselbloem, confrontado com uma interpretação que até podia ser abusiva sobre uma metáfora boçal e de mau gosto (como é seu timbre), em vez de explicar com argumentos idênticos aos usados por aquele site, reagiu como se pensasse : “boa idéia, era mesmo isso eu eu queria dizer e não o disse no artigo porque não me expressei abertamente”.

Pessoalmente não é esta polémica que altera o que penso, desde sempre, dessa figurinha. Um arrogante e boçal líder de uma instituição como o Eurogrupo, que tem agido de forma ilegítima,  e contribuído para  agravar a crise financeira na Europa, para destruir a solidariedade europeia e que todos os dias dá argumentos ao populismo euroceptico da extrema-direita.

Se esse senhor fosse um homem com ética, teria posto o seu lugar à disposição assim que foram conhecidos os resultados do seu partido nas eleições holandesas.

Por tudo o que fez nesse cargo e pela forma como continua agarrado ao cargo, para mim, como cidadão europeu que sempre votou e pagou os seus impostos e que sofreu na pela a austeridade mal conduzida por aquela instituição anti-democrática, as palavras de  Djsselbloem não têm qualquer valor e só continuam a arrastar o Eurogrupo para a total ilegitimidade e, o que é mais grave, a União Europeia para a desagregação.

Escreve esse site o seguinte:

“Não há nada que una mais um povo que ser insultado por estrangeiros. O português não é diferente e a imprensa sabe-o.

“Vem isto a propósito das declarações de Djisselbloem, presidente do Eurogrupo.

“Disse Djisselbloem (tradução do Público): “Na crise do euro os países do Norte mostraram solidariedade para com os países do Sul. Como social-democrata, a solidariedade é para mim extremamente importante. Mas quem a pede, tem também deveres. Não posso gastar o meu dinheiro todo em bebida e mulheres e depois disso ir pedir a vossa ajuda. Este princípio vale para o nível pessoal, local, nacional e também europeu”.

“Nos ecos desta frase (um pouco por toda a Europa), omite-se convenientemente, em muitos deles, a última frase. Para nós, faz toda a diferença.

“Vejamos: Djisselbloem estava a dar uma entrevista e tinha como tal um interlocutor direto. Deu-lhe um exemplo: não posso gastar O MEU dinheiro em bebida e mulheres e depois pedir a VOSSA ajuda. E indicou que este princípio governa (ou deve governar) não só as relações pessoais (como era o exemplo que ele estava a dar) mas todas as outras.

“É claríssimo, com a citação completa, que Djisselbloem não acusou os países do sul de gastar dinheiro em mulheres e copos. Djisselbloem utilizou uma metáfora, que se aplica nas relações pessoais (e que cada um de nós a poderia ter dito e concordará com ela quando aplicada nesse tipo de relações pessoais).

“Foi, porventura, uma metáfora infeliz, por dever saber que a imprensa não perdoa. A metáfora de Djisselbloem depressa se transformou numa acusação literal: “Djisselbloem diz que os países do sul gastaram o dinheiro todo em bebida e mulheres”. De facto, quem é que não se insurge contra uma frase estúpida destas? Nem sequer faz sentido!

“Entretanto, a imprensa portuguesa já cita, alterando, uma nova frase: “Não SE PODE gastar em mulheres e álcool”. Ora, nesta formulação e sem a última frase, a ideia de que Djisselbloem estava a utilizar um exemplo (e não a acusar) desaparece por completo.

“Tivesse Djisselblom sido mais cauteloso e passasse a mesma mensagem com outra metáfora: “Não posso furar os pneus da minha bicicleta e depois pedir ajuda para a arranjar”. Já imaginaram os títulos? “Djisselbloem acusa os países do Sul de estragarem as suas bicicletas de propósito.” Hum, não ia soar bem.

“Aceita-se a crítica do que está por detrás das palavras de Djisselbloem: a ideia de que os países do Sul gastaram mais do que deviam, de que os países do Norte são uns coitados que nos sustentam. Essa ideia, muitas vezes apregoada, merece ser debatida, discutida e rebatida.

“Agora: Djisselbloem não acusou os países do sul de gastarem dinheiro em mulheres e copos. Simplesmente, não o fez. E a imprensa que nos vende isto sabe-o bem, mas assim vende mais”.
 

quinta-feira, 16 de março de 2017

O Eurogrupo "perde" as eleições na Holanda


São muitas as leituras que se podem fazer das eleições holandesas.
A maioria dos comentadores aponta apenas no sentido da “derrota” da extrema-direita.
Uma “derrota” que, bem analisada, não é assim tão evidente, já que o partido de extrema-direita foi o segundo partido mais votado e um dos que mais cresceu na Holanda, elegendo 20 deputados, mais cinco do que nas eleições anteriores.
Ou seja, os que se apresaram, com base em sondagens à boca da urna, em anunciar a “morte” da extrema direita, revelaram mais uma vez não perceber as raízes do populismo e arriscam-se a continuar a sofrer dissabores nas eleições que se seguem.
Mas a maior derrota foi a do Partido Trabalhista, ao qual pertence o arrogante líder do Eurogrupo, o até aqui ministro das finanças dos Países Baixos Jeroen Dijsselbloem.
De segunda maior força política na Holanda, o partido trabalhista holandês ficou em 7º lugar nas eleições, elegendo apenas 9 deputados, perdendo um total de 29 deputados.
Dijsselbloem é o rosto da austeridade que foi imposta aos holandeses nos últimos anos, mas é também o rosto do” austeritarismo” que marcou a acção ilegítima do eurogrupo contra os cidadãos europeus e um dos grandes responsáveis pelas divisões no seio da União Europeia que fomentaram o crescimento do populismo de extrema-direita.
Por isso, os verdadeiros derrotados nestas eleições forma os defensores da austeridade europeia, em especial o bando do Eurogrupo, derrota que não foi ainda mais marcante  porque a dispersão do eleitorado holandês disfarçou a queda também abrupta do partido conservador de Mark Rutte, que só ficou em primeiro, apesar de ter perdido 8 deputados, a segunda maior queda partidária destas eleições, graças a essa dispersão de deputados por 13 partidos.
O facto positivo foi a grande subida da “Esquerda Verde” que elegeu 15 deputados e a manutenção da grande votação no Partido Socialista, com 14 deputados.
Outro partido de Esquerda, o Partido pelos animais, elegeu 5 deputados, registando uma grande subida nas eleições.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Contra o Politburo de Bruxelas Marchar!!! Marchar!!! (…ou…Portugal e a Europa precisam de um Éder para quebrar a arrogância de Dijsselbloem, Dombrovskis, Schauble e Moscovici).


Eu sei que esta frase cheira a patriotismo barato e ingénuo.
Eu sei que os arrogantes que mandam nisto tudo não se comovem com a miséria alheia.
Eu sei que esses intolerantes líderes não eleitos, que se comportam como qualquer ditador de pacotilha, com a única diferença de que (ainda) não têm poder para prender ninguém, mas com poder para se vingarem, assaltando o bolso dos cidadãos dos países que contestam as suas medidas cegas ou ameaçando-os com mais medidas de austeridade, sem respeitarem a vontade democraticamente manifestada de procurar alternativas à desesperança do caminho único por eles imposto, atirando cada vez mais cidadãos desesperados para os braços da extrema-direita e do populismo radicalmente euroceptico e xenófobo (mas isso não os preocupa muito, pois têm sempre o seu futuro garantido, pois  a ditadura e a demagogia é o ambiente onde melhor se movem e, se acontecer a cada vez mais previsível desgraça política que se avizinha, terão um lugar reservado nessa “Nova Ordem Europeia”), não se vão desviar uma linha do seu programa neoliberal de destruir os direitos socias dos europeus.
Eu sei que não serve de nada argumentar contra esses fanfarrões bem pagos, nem explicar que  a aplicação de sanções em Portugal é o reconhecimento do falhanço do próprio remédio que eles impuseram ao país.
Eu sei que bater nos mais fracos e  é apanágio dos fanfarrões, que assim procuram descarregar a sua frustração perante o Brexit e desviar as atenções para as suas responsabilidades, quer na crise financeira, quer na crise humanitária dos refugiados que devia envergonhar qualquer líder político europeu.
Eu sei que isto não serve de nada, é uma opinião contra a maré arrasadora dos fazedores de opinião pública, os gobelzinhos e “acompanhantes de luxo” do ideário austeritário do Politburo de Bruxelas.
Eu sei que, “no fim ganha a Alemanha”.
Mas também se dizia isso no futebol e a selecção Alemã nem à final conseguiu chegar.
E a equipa pelo qual os alemães torciam, a França ( também neste caso... a França...era a França!!!) e que tinha todas as forças a seu favor, foi derrotada de forma limpa, mesmo quando não jogaram de forma limpa, destruindo o melhor trunfo dos portugueses.
 
Eu sei que tudo isto pode roçar a demagogia, mas essa é aúnica linguagem que essa gente fala e compreende..
Mas, talvez um dia lhes apareça pela frente ( dos arrogantes, altivos e bem pagos Dijsselbloem, Dombrovskis, Schauble e Moscovici, entre tantos outros...) um Éder que os remeta para o lugar de onde nunca deviam ter saído, o caixote do lixo da História…

quinta-feira, 16 de julho de 2015

A Boçalidade do Mal :


Esta fotografia vai ficar para história.

Foi divulgada na passada segunda-feira, por ocasião de uma reunião do Eurogrupo, após a “reeleição” de Dijsselbloem para a sua presidência, um dia depois de a Grécia e o seu governo terem sido humilhados por essa instituição não-democrática.

É a banalização do mal em todo o seu esplendor, o mal do século XXI preconizado por burocratas ao serviço do corrupto poder financeiro, o mal de “rosto humano” e sorridente.

Hoje , para essa gente, os cidadãos europeus são meros números estatísticos e as suas escolhas contam muito pouco.

Gente que nos governa sem nunca ter sido submetida ao voto popular e que vive acima das possibilidades de qualquer simples cidadãos europeu.

Por isso estão tão felizes e sorridentes, depois de mais uma sessão de malfeitorias.

O mal dos nossos dias não precisa de se socorrer das prisões, dos campos de concentração ou do poder das armas, basta sufocar-nos com o poder do dinheiro e da burocracia que nos impõe um modelo de sociedade empobrecida, desigual e amoral.

Hoje não são precisos Hitler´s ou Stalin´s, basta-lhes o poder de sufocar os povos em dívidas eternas e em futuros de exclusão alargada.

Nem a democracia tem qualquer valor, pois a escolha dos cidadãos está submetida aos ditames de acordos impostos pela força do dinheiro e de nada vale eleger quem nos defenda, porque serão humilhados e chantageados como o foram os gregos.

A liberdade essa está maniatada por grandes órgão de desinformação, onde manda a voz do dono, o poder financeiro que define os “critérios editorias” que melhor se adaptam às necessidades das instituições “credoras”, onde enxameia pequenos gobelzinhos da propaganda, onde a mentira várias vezes repetida se torna a verdade da lógica dos “mercados” e dos “credores”.

Aquela fotografia encarna a boçalidade do mal, as figuras sinistras que mandam nesta Europa da austeridade, da desigualdade e do empobrecimento.

Aquela fotografia vai ficar para a História! (tal como as que reproduzimos em baixo também ficaram):