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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A mim também...só que eu pensava que eram mais..."Faz-me impressão que 15 pessoas tenham o poder de condicionar a vida de milhões de pessoas", diz presidente do BPI .

 O sr Ulrich disse:


Pensava que eram mais...
Aqui só vejo Cinco...ah! falta o Mira Amaral...:
Só se ele fala nos administradores das empresas do PSI 20...

 
mas assim são mais que 15!!! 

...Agora a sério...o Ulrich estava a referir-se...ao Tribunal Constitucional....

...estes banqueiros não têm mesmo vergonha nenhuma nessa cara?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Jonet, Ulrich e Coelho: a mesma luta ou… a banalização do mal..




Passo Coelho, com o seu apelo ao empobrecimento generalizado, Jonet em defesa da caridade como alternativa à segurança social ou o convite a uma vida de sem-abrigo feita pelo banqueiro Ulrich, tudo dito em contextos e tempos diferentes, enquadra-se na mesma “luta” política, que visa a aceitação passiva da dramática situação para onde todos estamos a ser atirados.


O objectivo é banalizar o mal do desemprego e da miséria que visa, exclusivamente, aumentar o rendimento do sector financeiro, reduzir direitos sociais, embaratecer o trabalho e, no fim, limpara consciências, substituindo a segurança social pela caridadezinha.


O que essa gente ainda não percebeu é que o seu entusiasmo pela miséria alheia se pode, um dia, virar contra os próprios. Como esse dia ainda está longe, vamos continuar a ouvir banalidades como aquelas , ditas por aquelas ou outras pessoas, que só nos oferecem como alternativa o desemprego, a pobreza e a caridade.


Para eles, sonhar com uma vida melhor é um objectivo “acima das nossas possibilidades”, pois só banalizando o mal dessa forma é que eles vão poder realizar os seus sonhos de poder político, de influência social ou de “riqueza”  financeira…

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O RESPIGO DA SEMANA - A Propósito das baboseiras de um banqueiro, Daniel Oliveira conta-nos como foi na Islândia:



"Os islandeses não "aguentam"

por Daniel Oliveira
in Expresso on-line

"O banco islandês Landsbanki, na sua bebedeira de oferta de crédito, criou o Icesave. Uma espécie de banco virtual onde os clientes estrangeiros, sobretudo holandeses e ingleses, puseram muito dinheiro em troca de juros impossíveis. Depois sabe-se o que aconteceu. A banca islandesa, sempre aparada pelo governo neoliberal que tratou da sua privatização, colapsou. O islandeses revoltaram-se e o governo caiu. Os governos britânico e holandês decidiram pagar, sem perguntar nada a ninguém, os estragos aos clientes do Icesave dos seus países. E apresentaram a factura aos contribuintes islandeses. Ou seja, os islandeses tinham de pagar com os seus impostos as dívidas de um negócio entre privados: bancos e investidores.

"Quando o governo se preparava para começar a pagar os astronómicos estragos da banca, o presidente Ólafur Grímsson decidiu referendar a decisão. Todos os governos europeus, todas as instituições financeiras e quase todas as forças com poder na Islândia, incluindo o governo e a maioria do Parlamento, foram contra a sua decisão. Tal referendo seria uma loucura. De fora e de dentro vieram todas as pressões. Se a Islândia tivesse a ousadia de não pagar seria uma "Cuba do norte". Ficaria isolada. Nem mais um investidor ali deixaria o seu dinheiro. Os islandeses votaram. 92% disseram que não pagavam. E, mesmo depois de um segundo referendo, não pagaram. A reação não se fez esperar. O governo do Reino Unido até se socorreu de uma lei para organizações terroristas, pondo a Islândia ao nível da Al-Qaeda.

"A decisão repousava há algum tempo no Tribunal da EFTA. Quando estive na Islândia ouvi, de alguns especialistas, a mesma lengalenga: a Islândia ia acabar por pagar esta dívida. E até lhe ia sair mais caro. Que tinha sido tudo uma enorme irresponsabilidade fruto de populismo político.

"Contrariando a posição de uma equipa de investigação da própria intuição e as temerosas autoridades judiciais da Islândia, que defendiam "um mínimo de compensação aos Governos britânico e holandês", o tribunal da EFTA isentou, esta semana, a Islândia de qualquer pagamento ao Reino Unido e Holanda.

"O que estava em causa não era pouco. Era se deve ou não o Estado ser responsabilizado pelos erros dos bancos. E se devem ser os contribuintes a pagar por eles. Claro que a Europa já prepara novo enquadramento legal para atribuir uma maior responsabilização aos Governos pelas quebras no sistema financeiro. Duvido que resulte em maior vigilância ao sistema bancário. O mais provável é dar à banca a segurança que o dinheiro dos impostos cá estará para cobrir os prejuízos das suas irresponsabilidades.

"Há coisas imorais que se naturalizam. Usar os dinheiros dos contribuintes para salvar os bancos das suas próprias asneiras foi uma delas. Como me disse o presidente Grímsson, "Temos um sistema onde os bancos podem funcionar como querem. Se tiverem sucesso, os banqueiros recebem enormes bónus e os seus acionistas recebem o lucro, mas, se falharem, a conta será entregue aos contribuintes. Porque serão os bancos tão sagrados para lhes darmos mais garantias do Estado do que a qualquer outra empresa?" Perante isto, os islandeses apenas fizeram o que tinham de fazer. Mas o Mundo está de tal forma de pernas para o ar que o comportamento mais evidente por parte de quem tem de defender os cidadãos e o seu dinheiro parece absurdo.

"Afinal, a Islândia saiu-se bem. Saiu-se bem na economia, já abandonou a austeridade, está a mudar a Constituição no sentido exatamente inverso ao que se quereria fazer por cá e manteve a sua determinação em não pagar as dívidas contraídas por empresas financeiras privadas, tendo sido, no fim, judicialmente apoiada nesta decisão. Porque o governo islandês assim o quis? Não. Pelo contrário. Porque as pessoas exigiram e mobilizaram-se. E as pessoas, até na pacata Islândia, podem ser muito assustadoras.

"Por cá, o mesmo banqueiro que se estava a afundar (parece que tinha comprado demasiada dívida grega) e que disse que os portugueses "aguentam" mais austeridade, recebeu dinheiro de um empréstimo que somos nós todos que vamos pagar, apresentou lucros excelentes e até vai comprar, imagino que com o nosso próprio empréstimo, dívida nacional. Ou seja, empresta ao Estado o que é do Estado e cobra juros. Porque nós aguentamos".

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/os-islandeses-nao-aguentam=f783684#ixzz2Jevh6I00

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

PORQUE NÃO TE CALAS, "OH MINHA GRANDE BESTA!": Ulrich: Se os sem abrigo aguentam porque é que nós não aguentamos?


"Tem toda a razão o Ulrich. Os seres humanos aguentam coisas inimagináveis. Aguentam, por exemplo, que um banqueiro tenha lucros de 249 milhões de euros e haja uma catrefa de gente a viver na rua." Ana Cristina Leonardo
 Um colega meu dizia-me: "eu nunca fui muito de dizer palavrões da boca para fora, quanto muito uns "porras" ou uns "merdas", mas a ouvir estes gajos dou por mim a usar "...alhos" e "filhos da p..." a torto e a direito".
Já estamos fartos de bestas como esse desavergonhado banqueiro. Foi ele, e outros como ele que nos lixaram a vida e agora ainda têm a desfaçatez de gozar com a miséria alheia?
Como diria o outro...vão trabalhar malandros...já não há pachorra para sacanas como este...  

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O SR. ULRICH, A BANCA E OS SEUS ACCIONISTAS AGUENTAM PAGAR MAIS PELAS TRANSACÇÕES FINANCEIRAS, PELOS DIVIDENDOS E PELO COMBATE À EVASÃO PARA OS PARAÍSOS FISCAIS? AI AGUENTAM, AGUENTAM!!!




Ontem reagimos a quente às vergonhosas e descaradas provocações proferidas pelo presidente  do BPI, o sr. Fernando Ulrich.

É que, perante tanta desfaçatez e falta de respeito por aqueles que estão a pagar para a crise já não há pachorra para atitudes racionais. Só nos resta cada vez mais a atitude de um Bordalo Pinheiro e mandá-los para o mesmo sítio para onde eles nos costumam mandar, de modo mais velado e “educado”, cada vez que abrem a boca.

A desfaçatez do individuo foi ainda mais escandalosa quando se sabe que ele, e outros como ele, tem responsabilidade pelo sector financeiro que é o principal responsável pela trágica situação do país e, mesmo assim, continuam impunes à crise, quanto  muito levando um ligeiro beliscão aqui ou acolá, mas que não abalam os lucros sempre crescentes da banca, muito à custa da especulação à volta dos juros da dívida e da aquisição de dinheiro barato junto do BCE, beneficiando ainda da maior fatia do bolo do empréstimo que estamos todos a pagar.

De facto, sabe-se que quem compra a dívida portuguesa é, maioritariamente, o “mercado” nacional, o mesmo é dizer, a banca nacional, que beneficia assim dos juros usurários e especulativos desses juros, que o Estado tem de pagar à custa do aumento de impostos e dos cortes salariais nos funcionários públicos.

Percebe-se assim os lucros fabulosos da banca, apesar de vivermos em “crise”, o que é um contra-senso ao histórico deste tipo de situações e só demonstra a falácia desta “crise”.

Uma outra situação que beneficia o sector do qual o sr. Ulrich é um dos rostos conhecidos do mal que causam aos cidadãos e trabalhadores portuguese é a disponibilidade que existe da banca aceder em condições muito benéficas a uma grande fatia do “bolo” do empréstimo da troika, que está a ser pago por todos nós, á custa do aumento de desemprego, ao empobrecimento generalizado de quem trabalha e produz, ao aumento da dos impostos e ao aumento dos níveis de pobreza.

Se juntarmos a tudo  isso a forma como a banca está a estrangular empresas e cidadãos com restrições ao crédito, ainda mais razões nos assistem para perder as estribeiras quando ouvimos esse senhor.

Por isso as afirmações do sr. Ulrich nos merecem o maior desprezo e  os piores  impropérios, pois é preciso muito descaramento par vir em defesa do aumento de austeridade, com o á vontade de quem sabe que os sacrifícios lhe vão passar ao lado, podendo até beneficiar com ela, falando aos portugueses como o falaria o sr. feudal aos seus servos.

A desfaçatez foi ainda mais longe, aos desvalorizar os níveis de desemprego em Portugal e dando a atender que ainda havia espaço para mais  desemprego, comparativamente com o que sucede na Grécia.

Mas a boçalidade do senhor foi ainda mais completa quando desvalorizou as manifestações de violência desesperada na Grécia, como umas meras “montras partidas”. Não gostávamos que a situação portuguesa descambasse para a violência da Grécia, mas, se chegarmos aí, espero que os manifestantes mais radicais se lembrem das palavras do sr. Ulrich e se apliquem nas montras do BPI….

Num ponto estamos de acordo com o sr. Ulrich, um parte do país aguenta mais austeridade, “ai aguenta, aguenta!”. Estamos  a pensar, por exemplo, no sector financeiro.

Recordando aqui algumas propostas apresentadas pela CGTP e outras pessoas e instituições para aumentar a receita do Estado, sem ser à custa dos mesmos de sempre (trabalhadores, pensionistas, empresários produtivos e cidadãos no geral), é caso par afirmar, pegando naquelas palavras:

 - O sr. Ulrich, a banca e os seus accionistas aguentam a criação de uma taxa de 0,25% sobre as transacções financeiras, que permitia arrecadar uma receita fiscal de mais de dois mil milhões de euros? Ai aguentam, aguentam!.

- O sr. Ulrich, a banca e os seus accionistas aguentam a criação de um novo escalão de IRC sobre a banca, que permitia arrecadar mais de um milhão de euros? Ai aguentam, aguentam!

- o sr. Ulrich, a banca e os seus accionistas aguentam uma tributação adicional dos dividendos que permitiam arrecadar mais um milhão e meio de euros? Ai aguentam, aguentam!

- o sr. Ulrich, a banca e os seus accionistas aguentam o combate à fraude a à evasão fiscal, que permitia arrecadar mais dois mil milhões de euros? Ai aguentam, aguentam!

Temos de agradecer ao sr. Ulrich ter-nos levado a  recordar aqui essa proposta da  CGTP que permitiria arrecadar cerca de 6 mil milhões de euros à especulação financeira, um bom contibuto para as necessidades do país …

terça-feira, 30 de outubro de 2012

"SACANAS SEM LEI":Fernando Ulrich: «O país aguenta mais austeridade?... Ai aguenta, aguenta!"...

....Desculpem lá, mas agora perdi as "estribeiras"...este tipo é uma besta e um sacana sem lei, um dos  rostos do mal que caiu sobre a vida dos portugueses...
 
A austeridade ainda não bateu à porta deste senhor nem dos seus capangas, que continuam impunes, eles que são os grandes responsáveis pelo estado deste país e que estão acumular para usufruto das suas negociatas financeiras o valor do empréstimo que estamos a pagar...
Este senhor, e outros como ele, continuam a falar de barriga cheia...
...vamos bater onde mais doi à gente da sua laia, vamos boicotar tudo o que esteja relacionado com o banco BPI e com este banqueiro desavergonhado...