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terça-feira, 27 de outubro de 2015

terça-feira, 23 de junho de 2009

A Arte do Cineclubismo - 18 - Centro de Estudos Cinematográficos de Coimbra.

A cidade de Coimbra foi um dos centros mais activos do cineclubismo português do pós-guerra.
Logo em 1946 era fundado o Círculo de Cultura Cinematográfica de Coimbra, considerado um dos primeiros cineclubes portugueses, sendo fundado, em 1949, o Clube de Cinema de Coimbra.
Por sua vez, surge nos anos 50 0 Centro de Estudos Cinematográficos, ao que julgamos ligado aos estudantes da Universidade de Coimbra.
É desta última associação que apresentamos um conjunto de belas xilogravuras,todas da autoria de António Pimentel (Tópi), datadas de 1959.



quarta-feira, 27 de maio de 2009

A Arte do Cineclubismo - 17 - CCC (recordando o cineclubista Bénard da Costa)

Criado em 1956, o Centro Cultural de Cinema de Lisboa (CCC) foi um dos cineclubes mais dinâmicos dos “anos de brasa” do cineclubismo português.
Definia-se como um “cine clube de universitários para uma cultura cinematográfica cristã” e foi aí que João Bénard da Costa se iniciou no gosto pelo cinema, entre 1957 e 1960.
Apresentamos hoje um conjunto capas dos boletins de algumas das sessões realizadas por aquele cine clube, nos anos 50 e 60.
Destacamos aquela dedicada ao Western, cujo interior inclui um texto, escrito a meias entre o recentemente falecido director da Cinemateca e Alberto Vaz da Silva, sobre Nicholas Ray, um dos mais destacados cineastas desse género cinematográfico.
Nos boletins do CCC podemos encontrar vários textos de crítica cinematográfica da autoria de, entre outros, Pedro Tamen, Nuno Bragança e Francisco Sarsfield Cabral.
Uma das particularidades desses boletins era incluir uma nota a explicar “porque exibimos este filme”.
Recordar os programas do CCC é uma forma singela de homenagear a memória de João Bénard da Costa.

A Arte do Cineclubismo - 17 - CCC (recordando o cineclubista Bénard da Costa





quinta-feira, 30 de abril de 2009

1º de Maio Sempre!

1º de Maio de 2009

1º de maio de 1974

O 1º de Maio de Abel Manta (1974):

Para todos, um Primeiro de Maio em Grande e em Festa.

terça-feira, 14 de abril de 2009

A Arte do Cineclubismo - 14 - (C.C.Moura)

Continuamos hoje a divulgar as ilustrações em linóleo, editadas pelo Cine Clube de Moura nos seus catálogos .
As reproduções de hoje reportam-se a várias sessões realizadas entre 1961 e 1963.
Álvaro Fialho é o autor identificado de três dos linóleos reproduzidos, os referentes às sessões 47ª, 53º e 55ª.




sexta-feira, 27 de março de 2009

"La Danza" de Picasso - últimos dias de uma exposição rara.

Se passar por Torres Vedras, aproveite os últimos dias da exposição “Picasso – La Danza”, patente ao público nos antigos Paços do Concelho até ao próximo dia 31 de Março.
Não é todos os dias que se tem a oportunidade de ver originais de Picasso, ainda por cima fora dos grandes centros culturais do país.
Pela segunda vez recebe Torres Vedras uma exposição da obra gráfica de Picasso, uma das dimensões menos divulgada e menos conhecida daquele grande artista, cujo nome é, só por si, sinónimo da arte do século XX.
Esta oportunidade, única e impensável há poucos anos atrás, foi possível devido a uma parceria entre o município de Torres Vedras, liderado por um exímio apreciador e coleccionador de arte, com a Fundação D. Luís, a Câmara Municipal de Cascais e a Fundación Bancaja. Este banco é o maior coleccionador e detentor de obras gráficas de Picasso.
Esta exposição revela os cenários e os figurinos do bailado Le Tricorne e Suites 347 e 156,.
Le Tricone foi o segundo dos quatro bailados produzidos por Diaghilev para os Ballets Russes, estreado em Londres no dia 12 de Julho de 1919, baseado na obra de Pedro António de Alárcon, adaptada no sentido da crítica sócio-política à monarquia e servindo de pretexto para divulgar o folclore espanhol.
Depois de vários anos afastado da colaboração em obras cénicas, só no final da sua vida, entre 1968 e 1970, (Picasso faleceu em 1973 com mais de 90 anos) é que Picasso se voltou a dedicar à produção de gravuras com temas de dança, a série “Suite 347” e “Suite 156”, igualmente incluídas nesta exposição.
Se puder, não perca os últimos dias desta exposição, e fique a conhecer uma faceta pouco conhecida de Picasso, para além do prazer de poder estar próximos de obras originais e raras.