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terça-feira, 19 de junho de 2018

As “Corporações” e os sindicatos.



Não deixam de ser irónicas as acusações feitas, às justas reivindicações sindicais, como sendo “corporativas”.

Essas acusações partem de três dos grupos mais “corporativos” que existem na nossa democracia, o dos comentadores/jornalistas, a dos políticos/comentadores e a dos economistas/gestores financeiros.

Se existem grupos que em Portugal se comportam de modo corporativo é o dos jornalistas, dos políticos e dos lideres económico/financeiros, que muitas vezes se confundem no mesmo percurso de vida e/ou na ligação aos grandes meios de comunicação.

 Uma simples crítica a um deles é encarada como um ataque vil a todo o grupo, e quem o fizer, justamente ou não, enfrentará uma barreira de comentários arrasadores .

Podemos ou não concordar com as reivindicação sindicais, questionar o seu timing ou a  sua justeza, mas tentar confundir lutas e reivindicações sindicais com interesses “corporativos”, não sendo por ignorância, só pode ser classificado como uma boçal manifestação de má-fé,  intolerância e preconceito ideológico.

Os interesses “corporativos” em Portugal, que sobreviveram ao Estado Novo corporativo, estão devidamente identificados e legalizados e não se confundem com os sindicatos.

A confusão só serve como argumento para quem procura destruir a influência dos sindicatos, pilar essencial de um regime democrático.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

BêDêZine: Robert Crumb presta homenagem ao Charlie Hebdo

BêDêZine: Robert Crumb presta homenagem ao Charlie Hebdo, "m...: Robert Crumb, o pai do gato Fritz , um dos mais importantes autores da Banda Desenhada norte-americana presta homenagem aos seus colegas do Charlie hebdo com um  cartoon provocador...se não é possivel mostrar o rosto do profeta..então mostre-se o  ......

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A Bíblia de Robert Cumb


Enquanto por cá andamos entretidos com o “escândalo” das afirmações de José Saramago sobre a Bíblia, Robert Crumb fez publicar, ao longo desta semana, dos Estados Unidos à França, a sua versão satírica e escandalosa, como são todas as suas obras, d’ “O Livro do Génesis”.
Esta obra em Banda Desenhada é o culminar de um longo trabalho de 4 anos, do pai do Fritz the Cat, a viver há alguns anos no sul da França.
Expoente máximo do chamado movimento “underground”, este norte-americano de 65 anos, considerou que o divertiu imenso fazer esta adaptação bíblica, uma versão “sinistra”, cheia de “disparates”.
Numa entrevista dada à revista “Times” em 2005, Crumb contou a dificuldade que teve em retratar Deus, até que este “lhe surgiu em sonhos” como um “velho barbudo”, parecido com o seu pai.
Desconhece-se se esse trabalho irá ser editado em português.