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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Mascarados…desmascarados…


Os piratas da agência de rating Moody´s andam preocupados com os “velhos” em Portugal e avisam que não sobem o rating do país sem se resolver esse “problema”….

Sinceramente gostava de conhecer o rosto do alarve de que escreve esse tipo de relatórios.

A Comissão Europeia anda preocupada com as “excelentes” condições dos trabalhadores portugueses e sugere que se facilite o desemprego….

O rosto destes alarves é conhecido…

Não há muito tempo, a banditagem do FMI preocupava-se com a “grande subida” do salário mínimo em Portugal….

O rosto emporcalhado desta gente vai dando excelentes caricaturas…

Gente que, sem máscara de Carnaval, usam todo o ano uma máscara de sacanagem engravatada e anda todo o ano a brincar com os cidadãos do mundo…

….talvez um dia apanhem com um “cocote” na fuça…e acabem “velhos”, desempregados e com salário de miséria… 

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O Regresso dos “Sacanas sem lei”



Não se pode falar propriamente de regresso, porque eles sempre têm andado por aí e este ano tem sido fértil na sua disseminação. Mas ao longo deste mês , o último de um ano trágico, eles têm voltado a ocupar, quer as primeiras páginas dos jornais, quer, noutros casos, o silêncio conveniente da mesma comunicação social.

Mas vamos a eles:

Por cá os representantes patronais têm-se comportado de modo miserável na concertação social, usando todas as munições da chantagem ao seu alcance para travarem um mísero aumento do salário mínimo (já por AQUI demonstrámos que qualquer ordenado inferior a 700 euros é um autêntico roubo…).

Essa posição está em linha com o comportamento da “sacanagem” do politburo de Bruxelas (Comissão Europeia, Eurogrupo, Eurofin, BCE….) em relação à Grécia. Depois de terem imposto um programa de austeridade que lançou 1/3 dos gregos para a miséria, resolveram elevar o nível de chantagem sobre aquele país, talvez como aviso ao resto da Europa, suspendendo as medidas de alívio da dívida, a propósito de duas medidas propostas no orçamento da Grécia. E quais são essas medidas? Pasme-se: restaurar o 13º mês para os reformados com pensões até os …615 euros, e adiar a subida do IVA nas ilhas do Mar Egeu que têm recebido os milhares de refugiados que fogem das guerras do Norte se África e do Médio Oriente. Aliás, esta última medida está em linha com toda a hipocrisia do politburo de Bruxelas em relação à situação dos refugiados que resultaram de conflitos alimentados, por omissão, irresponsabilidade ou intervenção de faco,  pela própria União Europeia (Iraque, Líbia, Síria, Egipto…).

Uma das organizações da troika que mais se tem empenhado na chantagem sobre a Grécia é o FMI, a mesma organização liderada por uma, sabe-se agora,  criminosa, condenada em França por, no mínimo, ter sido negligente num negócio que custou aos contribuintes franceses 400 milhões de euros, sendo contudo “perdoada” de cumprir pena de até um ano de prisão, apenas porque lidera aquela organização, a principal responsável pelo desastroso programa de austeridade na Grécia e noutros países da Europa.

Mas o ano que agora se aproxima arrisca-se a ser o ano dos “grandes sacanas sem lei”, com a Russia liderada por um homem com Putin, a Turquia com Erdogan, e, acima de todos, os Estados Unidos com a liderança de um Trump, secundados por uma enxame de “pequenos” mas perigosos “sacaninhas” (Orban na Hungria, Kacynski na Polónia, Maduro na Venezuela, Eduardo dos Santos em Angola, Assad na Síria, Duterte nas Filipinas, Kim Jong-un na Coreia do Norte, sem esquecer governos como o neo-fascista da Ucrânia ou os radicais e extremistas e/ou ditatoriais  de Israel, da Arábia Saudita,  da China,  do Egipto,  do Irão…). E a situação do próximo ano arrisca-se a ficar ainda pior, podendo acrescentar mais alguns “sacaninhas” à lista, com LePen em França à cabeça, e outros candidatos a “sacanas” do próximo ano nos países nórdicos e do leste e na própria Alemanha…

Mas o candidato mais provável a “super-sacana”, a pairar perigosamente sobre todos, é Donald Trump, que tem vindo a indicadr como seus “empregados” e conselheiros numa futura administração: um tal Bannon, responsável por um site de notícias falsas da extrema-direita, para conselheiro principal do presidente; um tal Flynn, general reformado, com negócios com Putin e Erdogan, para conselheiro da segurança nacional; um tal Tillerson, presidente de uma petrolífera, amigo de Putin, como secretário de estado; um tal general “Mad Dog” Mattis, defensor de um ataque armado ao Irão, um falcão do aparelho militar norte-americano, como secretário da Defesa e líder do Pentágono; um tal Session, racista declarado, que odeia imigrantes , para Procurador-Geral; um tal Steve Mnuchin, oriundo da “máfia” das Finanças, a Goldman Sachs, para secretário do tesouro; um tal Puzder, dono de uma cadeia de fast-food conhecida por violar legislação laboral e por tratar mal os seus trabalhadores, para secretário do Trabalho; um tal Carson, que defende a eliminação de verbas para os programas socias, para secretário da habitação; um tal Perry, que defende o total desregulamento da actividade petrolífera e defensor da energia nuclear, para secretário da energia; um tal Friedman , defensor da política agressiva do governo de Israel contra os palestinianos e da construção de mais colonatos judaicos na Cijordânia, para embaixador em Israel. Por último, a cereja no cimo do bolo,um tal Pruitt, um céptico das alterações climatéricas e critico de medidas de defesa ambiental tomadas por governos anteriores, para administrar a agência de protecção ambiental.

De facto, o ano que se aproxima anuncia-se como terreno fortemente competitivo para todo o tipo de “sacanas sem lei”…( e não falámos do ISIS, dos fanáticos “rebeldes” anti-Assad, da Al-Quaeda…mas esses estão par além da sacanisse, são bandidos e criminosos a soldo de muitos daqueles “sacanas” acima nomeados…)

 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Os verdadeiros Privilegiados - o que ganham os homens da Troika e os seus mandantes (Barroso, Constâncio e Gaspar) com o empobrecimento dos portugueses

Mais uma excelente reportagem da jornalista Sandra Felgueiras, da RTP, sobre os homens da troika, os seus mandantes e os privilégios de que beneficiam com a "crise financeira".

Por detrás das Troika estão os homens da Comissão Europeia (Barroso, Rhen e outros), do BCE (Victor Constâncio...) e do FMI (..como a sua "nova aquisição" Victor Gaspar).

Todos eles passam a vida a defender as decisões da troika em Portugal, contra os "privilégios" dos pensionistas e dos funcionários públicos, em favor do empobrecimento dos portugueses, da redução dos salários de quem trabalha, da perda de direitos sociais, da redução do "Estado Social" e do brutal aumento de impostos sobre os cidadãos.

O que pouca gente conhece é que tais figurões gozam de privilégios, em ajudas de custo, em salários e em benefícios fiscais, que ultrapassam em muito o admissivel.

O caso mais caricato é o de Victor Gaspar que, depois de ter feito o trabalho de casa da troika, beneficiou da nomeação para um cargo no FMI que o isenta do pagamento de impostos, tudo depois de ter anunciado um "brutal" aumento de impostos para os portugueses.

É caso para dizer que, cada vez mais, na União Europeia, todos os cidadãos são iguais, mas alguns são mais iguais que outros...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O CROMO (Mais um) DO FMI: Relator do FMI sobre Portugal destituído em Espanha por falsa autoria .



Já se sabia que o famoso relatório do FMI estava cheio de erros, meias verdades e má-fé, tudo “barrado” com abjectos preconceitos neoliberais.


Uma verdadeira fraude paga pelos contribuintes, obedecendo a um único objectivo, servir de base para o programa de destruição do nosso já de si frágil “Estado Social”.


O que ainda não se sabia era que essa fraude, elaborada de forma fraudulenta, passe a redundância, não tinha por detrás simples “técnicos” que se limitaram a escrever um documento encomendado e bem pago, para justificar o programa ideológico do desumano neoliberalismo “passoscoelhista”,  mas verdadeiras fraudes humanas.


O espanhol que fez parte dessa equipa era um aldrabão, que foi agora apanhado em Espanha. Mas mais que um aldrabão, revelou-se um mercenário da ideologia neoliberal. Ligado ao PSOE, defendia, em artigos pagos a peso de ouro, exactamente o contrário daquilo que assinou no documento sobre Portugal, ou seja, diz aquilo que lhe pedem para dizer e escrever, é tudo uma questão de preço. É preciso reconhecer “lata” a tão “ilustre” cromo!


Aguardam-se cenas dos próximos capítulos e mais revelações sobre os broncos mercenários que elaboraram tão abjecto documento.


Relator do FMI sobre Portugal destituído em Espanha por falsa autoria - PÚBLICO(clicar para ler notícia).

Relatório do FMI: O "Monstro" traduzido em Português

A arrogância dos agentes do FMI levou a que tivesse sido elaborado um documento sobre o triste futuro que querem para este país em língua inglesa.
Finalmente alguém se deu ao trabalho de traduzir para português esse verdadeiro manifesto de "terrorismo social" e que pode ser lido em baixo: 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

FMI - TERROR À SOLTA




Os vampiros engravatados
procuram o sangue das nossas almas

Vivem da raiva e do desespero
 incendiando medos

O mundo em cinzas
faz a alegria dos fanáticos

Na pira dos sacrifícios
expiam-se vidas sem esperança

Homens –máquina
são o sonho das bestas

Damos-lhe guarida e alimento
a nossa miséria é o seu pão

Erguem cálices
com as nossas lágrimas

Eles devoram-nos 
os sonhos e o sossego

Só descansam quando ficarem a sós
banhando-se num mar de sangue 

Tingindo em lucro 
os seus salários.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

"Célula" "Terrorista" do FMI declara "Guerra" aos Portugueses:propostas do FMI para cortar 4 mil milhões na despesa.



Percebe-se agora a linguagem militar de Passos Coelho numa das suas  recentes e costumadas intervenções públicas disparatadas, irresponsáveis e incendiárias.

De facto, se o projecto de “reforma” que o FMI propõe para Portugal vier a ser implementado, como é provável, pois este governo é um mero executante servil das ordens dos “ocupantes” da troika, o país vai entrar numa guerra civil social.

Não deixa, igualmente, de ser estranho que, poucos dias depois do FMI assumir os seus erros de previsão e autocriticar-se pelas medidas de austeridade que tem imposto aos países em crise, reconhecendo que elas, não só falharam, como conduzem ao desastre, venha agora divulgar todo um conjunto de medidas que contradiz tudo o que defendia há dias. Ou será que o FMI, tal como na PIDE, recorre à armadilha do “polícia bom” ( a srª Lagarde) e do “polícia mau” ( o sr. Sailassié, ou lá como é que se chama…) para confundir os portugueses e levar as suas medidas desastrosas ao seu “moinho”, isto é, fazer a vontade ao criminoso sector financeiro?

As medidas agora anunciadas, para além de virem aumentar o desemprego de forma radical, ainda vão agravar as condições gerais de empobrecimento e de desigualdade naquele que já é um dos países mais desiguais , mais pobres e com salários e pensões mais baixas da Europa.

A proposta do FMI visa o desmantelamento das já de si frágeis funções sociais do Estado, no país que já é o que tem os impostos mais pesados da Europa. Ou seja, vamos ter impostos nórdicos para pagar funções sociais do terceiro-mundo. É este o modelo que o FMI e os seus capatazes no governo português (???) pretendem impor aos cidadãos.

Se os trabalhadores e os portugueses em geral não reagirem a esta afronta, e continuarem a pensar que isto é apenas  um problema dos funcionários públicos e dos pensionistas(os novos “judeus” deste maldito século), então vão ter o que merecem, que é menos educação, menos saúde, menos justiça social e menos trabalho digno, talvez na esperança que possam escapar ao desastre anunciado. 

E já agora, pelo que esperam o PS e a UGT para romperem o memorando, e toda a esquerda em geral, para se entenderem de uma vez por todas e apresentarem ao país uma alternativa credível  e que salve os portugueses e o país desta autêntica guerra civil social em que a troika e o governo pretendem lançar o país?

Esperamos que a divulgação deste horripilante projecto do FMI para Portugal leve a  que todos comecem a abrir os olhos e a preocuparem-se, de vez, com o seu futuro e o dos seus filhos, impedindo, por todos os meios legítimos ao seu alcance para que essa declaração de guerra e acto de autêntico terrorismo social venha a vingar neste pobre país.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O REGRESSO DO "MIGUEL DE VASCONCELOS": FMI já está em Portugal a preparar reforma do Estado.



Ficámos a gora a saber que a tão badalada “refundação” já está a ser negociadas nas costas dos portugueses há algumas semanas com peritos do FMI.

Ou seja, toda a retórica do governo na Assembleia da República a propósito da intensão de discutir com a oposição e os parceiros sociais sobre a “refundação” do Estado não passa de uma  mal encenada farsa.

Já não é a primeira vez que este governo negoceia nas costas dos portugueses: já aconteceu com a trapalhada da TSU, aconteceu com o “brutal” aumento de impostos e passa-se agora, ficámos a saber, com a tão propagada “refundação”.

É óbvio que este governo assume-se cada vez mais como um mero  capataz dos interesse financeiros que estão a sufocar a vida dos portugueses. 

A preocupação de Passos Coelho e do seu governo,  não é representar os portugueses e os interesses nacionais junto das instâncias e instituições internacionais, como o fazem, por exemplo, os governos conservadores e de direita da Rajoy, de Monti, de Samaras ou de Cameron, mas ser um mero aluno “bem comportado”.

Todos nós conhecemos esse alunos “bem comportados”, geralmente pouco imaginativos, “lambe botas” e, em casos mais graves, meros delatores junto dos “professores”, situação que é trágica quando o “professor” é de má qualidade (no caso, uma Merkel, um Barroso, um Rampuy, um Rhan , um Constâncio e tantos outros da mesma laia) de uma  “escola” de péssima credibilidade (Conselho europeu, Comissão Europeia, BCE…).

Neste momento este governo não representa ninguém, nem quem o elegeu, apenas são meros executores acríticos das medidas impostas pela troika.

A história de Portugal está cheia de “Miguéis de Vasconcelos”. Esperemos que os do século XXI não venham a ter o mesmo destino daqueles….