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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Lu Nan, o fotógrafo da China esquecida

Lu Nan, fotógrafo chinês da
Magnum (ver AQUI) , pode ser descoberto agora em Lisboa. No Museu Berardo,  em Lisboa, até 14 de Janeiro (ver mais clicando em cima).

quinta-feira, 12 de junho de 2014

O SOM DO DIA - 753 - Lura actua hoje no CCB


Lura nasceu em Lisboa em 1975, filha de cabo-verdianos.

É uma das mais promissoras cantoras da lusofonia e vai actuar esta noite no CCB.

Deixamos aqui o texto de apresentação desse espectáculo:

"O recente Best of da artista cabo-verdiana Lura (que inclui um dueto com Cesária Évora) reúne alguns dos seus trabalhos mais marcantes e percorre o vasto património musical das ilhas.

"É com uma voz quente e inspiradora que Lura canta os vários ritmos de Cabo Verde.

"Os seus álbuns anteriores, Di Korpu ku Alma (2004), M’Bem di Fora (2006) e Eclipse (2009)são discos de sucesso internacional. O escritor angolano José Eduardo Agualusa, admirador de Lura, confessa: “Atrevo-me, olhando para o futuro [...], a assinalar no mapa de Lura: daqui em diante tudo será luz.”

Toy Vieira piano | direção musical
Kau Paris bateria
Russo baixo 

Vaiss guitarra 
Guillaume Singer violino

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O SOM DO DIA - 752 - LURA actua hoje no CCB

O SOM DO DIA - 751 - Lura hoje no CCB

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Grupo de Bailado de Olga Roriz interpreta Stravinsky

(fotografia de Paulo Alexandrino)

No último Sábado tive a oportunidade de assistir à estreia da coreografia de Olga Roriz para a Sagração da Primavera.

Este espectáculo foi uma encomenda do Centro Cultural de Belém feita àquela consagrada bailarina/coreógrafa, contando com um introdução composta por Luís Tinoco que fez a ponte com a obra de Stravinsky.

A actuação de 22 bailarinos foi acompanhada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida pelo maestro Cesário Costa.

No Sábado passado comemorava-se o 97º aniversário da estreia da Sagração da Primavera no Teatro dos Campos Elísios, em Paris, obra que encerrava uma trilogia de bailados composta por Stravinsky para os “Ballets Russos” de Diaghliev. As outras duas obras foram o Pássaro de Fogo e Petrushka, estreadas, respectivamente, em 1910 e 1911.

A coreografia de Olga Roriz consegue transmitir toda a força e dramatismo da obra, com beleza e irreverência e criatividade.

Até ao próximo dia 3 de Junho é possível assistir a este excelente espectáculo no Centro Cultural de Belém por preços que variam entre os 5 e os 25 euros…muito menos que um bilhete para o futebol ou para o “Rock in Rio”.

O fotógrafo Paulo Alexandrino captou AQUI alguns dos momentos dos ensaios para esta coreografia .

quinta-feira, 18 de março de 2010

"Sr. Vinho" de Joana Vasconcelos :UMA POLÉMICA TORRIENSE

Torres Vedras está dividida sobre a aquisição de uma obra de Joana Vasconcelos.
Ver mais AQUI.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Uma Sugestão para o 1º de Maio - uma visita á Exposição "Arquivo Universal"




Encerra este fim-de-semana a exposição “Arquivo Universal – a condição do documento e a utopia fotográfica moderna”, patente ao público no Museu Colecção Berardo, no Centro Cultural de Belém.
Segundo os seus organizadores, a “exposição analisa a noção de documento na história da fotografia a partir do estudo e encenação de uma série de debates sobre o género, ao longo do século XX”.
A exposição percorre alguns dos momentos mais importantes do confronto entre a fotografia e a realidade, e os debates que este assunto e a complexidade da fotografia como documento do real gerou o longo do tempo.
Desde a afirmação do género na imprensa ilustrada, passando pelo designado “Movimento da Fotografia do Operariado”, pelo papel propagandístico que teve na União Soviética ou, nos Estados Unidos, pelo projecto desenvolvido pela Farm Security Administration (FSA), é possível percorrer, detalhadamente, alguns dos grandes momentos da fotografia documental até à crise do realismo fotográfico com o advento da era digital.
Terá sido com Lewis Hine, no seu trabalho de denuncia social, realizado para a National Child Labor Comittee, em 1907, que nasceu a fotografia como documento de intervenção social e política.
O papel da imprensa ilustrada na popularização da fotografia é igualmente bem evidente nesta exposição, bem como a sua função propagandística ou de arma ideológica.
Uma das alas reconstitui os Pavilhão Soviético presentes em várias exposição Internacional realizadas nos anos 20 e 30, onde a fotografia desempenhou um papel fundamental na divulgação da nova situação social da União Soviética.
Destaca-se, nesse trabalho, o fotógrafo Aleksander Rodchenko.
Também o papel fundamental do projecto da FSA em 1935, fazendo um levantamento fotográfico da situação social dos Estados Unidos provocada pela grande depressão, com o objectivo de justificar as políticas do New Deal, está aqui bem representado pela obra de Walker Evans ou Dorothea Lang.
O lado científico da fotografia documental merece igualmente especial atenção no espaço desta exposição, com o seu uso em trabalhos de antropologia, com destaque para a obra de Margaret Mead, ou na inventariação do património construído e urbano, fundamental para alertar para a sua defesa e preservação.
Hoje, 1º de Maio, uma visita a esta exposição é uma forma condigna de elevar o espírito do dia.