Os dias que rolam, numa visão plural, pessoal e parcial de um mundo em rápida mutação. À esquerda, provocador e politicamente incorrecto, mas aberto à diversidade...as Pedras Rolam...
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016
terça-feira, 23 de julho de 2013
A FOTO DA SEMANA ...Finalmente temos um Papa que acredita em Deus e nas pessoas...
Não sou religioso nem crente, mas reconheço que só uma pessoa com coragem e que acredita em Deus e nas pessoas é que se arrisca a andar no meio da multidão como o fez ontem o Papa Francisco pelas ruas do Rio de Janeiro...uma viajem arrepiante e que o coloca com estadista a anos luz daquilo que temos por cá...
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Venerando António Aspra de Matos
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terça-feira, 19 de junho de 2012
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
CENTENÁRIOS - 21 - O Rio de Janeiro em 1909
Em 1909 a cidade do Rio de Janeiro foi alvo de profundas obras de embelezamento que a tornaram a imagem de marca pela qual é hoje conhecida.
Talvez não seja por acaso que, cem anos depois, essa mesma cidade foi escolhida para a realização das Olimpíadas de 2016, as primeiras realizadas na América-latina.
Entre as suas edições de 19 de Julho de 1909 e 2 de Agosto desse mesmo ano, a revista “Illustração Portugueza” publicou um conjunto de reportagens sobre o rio, da autoria de Arnaldo Fonseca, acompanhadas por fotografias de A. Malta.
Novamente, cem anos depois, mercê dessa escolha, a cidade do Rio de Janeiro será novamente alvo de grandes obras arquitectónicas que a projectarão para os próximos séculos.
São algumas dessas fotografias, de há cem anos , que aqui reproduzimos em homenagem a essa cidade e aos seus habitantes, neste momento que é de festa
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Venerando António Aspra de Matos
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11:44
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CENTENÁRIOS - 21 - O Rio de Janeiro em 1909
"O Rio visto do morro de Santo António"
"Um trecho da praia de Botafogo antes dos recentes melhoramentos (Cliché do amador R.R.Cabral)
"Avenida Beiramar, que substituiu as antigas praias da Lapa, Russel, Flamengo e Botafogo"
"Vista Geral de Botafogo"
"Demolições para alargamento da rua Uruguayana"
"A nova rua Uruguayana"
"O morro ou outeiro da Glória e um trecho da avenida Beiramar"
"Largo e nova rua da Carioca"
"Demolição da rua da Carioca para o alargamento"
(Fonte: Illustração Portugueza, nº 178 de 19 de Julho de 1909)
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Venerando António Aspra de Matos
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CENTENÁRIOS - 21 - O Rio de Janeiro em 1909
"Um trecho da Avenida Central"
Estátua de Buarque de Macedo.
Estátua de D. Pedro I
"Palácio do Governo"
"Avenida do Mangue"
"Estátua do duque de Caxias"
"Monroe"
Estátua do "general Osório"
"Cascata do jardim da Praça a República"
(Fonte: Ilustração Portugueza, nº180 de 2 de Agosto de 1909)
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Venerando António Aspra de Matos
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sábado, 3 de outubro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Centenários 8 - o "Rio Pobre" - Rio de Janeiro em 1909
Na sua edição de 15 de Março de 1909, publicava a “Ilustração Portuguesa” uma extensa reportagem sobre os bairros populares do Rio de Janeiro, o chamado “Rio Pobre”.
Arnaldo Fonseca foi o autor da reportagem e de quase todas as fotografias (os “clichés”) que a acompanhavam (as restantes eram da autoria de A. Malta).
A reportagem embrenha-se na zona onde vivia a “colónia pobre portuguesa”, lá “para os lados da Saúde, a noroeste dum dos extremos da Avenida Central e entre o morro da Conceição e o da Providência, pateos de vida commum”, dando pelo “pomposo nome de avenidas”.
No Rio de Janeiro chamavam-se de “Avenidas” “aos mais modernos e bem construídos d’estes viveiros humanos, enfileirados (…) ao longo de uma rua commum particular e dando por um portão para a rua publica”.
Esse “Rio Pobre”, povoado por “galegos”, termo usada para “deprimir portuguezes” e alcunha dada “ao portuguez trabalhador”, não é feito apenas “d’esse trabalhador europeu e d’um resto asiático, que amiúde vae amealhando, e amiúde vae rebentando”.
Também é “feito do vagabundo (vadio) engravatado, espécie repetida de creaturas emigradas e que aqui vieram á babugem d’um emprego que não exija aptidões”.
Esses emigrados são o “mulato” e o “creoulo da Favella e outros bairros trágicos”. Contudo, no “Rio Pobre” poucos eram os que pediam esmola.
São as “vistas” desses “outro” Rio que destacamos hoje na rubrica “Centenários”.
Arnaldo Fonseca foi o autor da reportagem e de quase todas as fotografias (os “clichés”) que a acompanhavam (as restantes eram da autoria de A. Malta).
A reportagem embrenha-se na zona onde vivia a “colónia pobre portuguesa”, lá “para os lados da Saúde, a noroeste dum dos extremos da Avenida Central e entre o morro da Conceição e o da Providência, pateos de vida commum”, dando pelo “pomposo nome de avenidas”.
No Rio de Janeiro chamavam-se de “Avenidas” “aos mais modernos e bem construídos d’estes viveiros humanos, enfileirados (…) ao longo de uma rua commum particular e dando por um portão para a rua publica”.
Esse “Rio Pobre”, povoado por “galegos”, termo usada para “deprimir portuguezes” e alcunha dada “ao portuguez trabalhador”, não é feito apenas “d’esse trabalhador europeu e d’um resto asiático, que amiúde vae amealhando, e amiúde vae rebentando”.
Também é “feito do vagabundo (vadio) engravatado, espécie repetida de creaturas emigradas e que aqui vieram á babugem d’um emprego que não exija aptidões”.
Esses emigrados são o “mulato” e o “creoulo da Favella e outros bairros trágicos”. Contudo, no “Rio Pobre” poucos eram os que pediam esmola.
São as “vistas” desses “outro” Rio que destacamos hoje na rubrica “Centenários”.
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Venerando António Aspra de Matos
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11:25
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Centenários 6- o "Rio Pobre" - Rio de Janeiro em 1909
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Crianças brincando num antigo "páteo".