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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Uma “história” dos comentadores neoliberais: da “revolução permanente” neo-stalinista à “reforma estrutural” neoliberal.


Antes de mais nada, começava por recomendar a alguns políticos, economistas e comentadores da nossa praça que, antes de darem qualquer opinião sobre a crise, lessem com atenção a Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Depois que lessem a Constituição Portuguesa e, já agora a História da Europa, principalmente a dos anos 30, mas também a do pós guerra, nomeadamente a da própria construção das democracias ocidentais e da então CEE.

Recomendo essas leituras principalmente àquele que se dizem “liberais” e são defensores assanhados do “austeritarismo” actualmente dominante na Europa e que atinge, principalmente, quem trabalha ou trabalhou e visa retirar direitos de cidadania e reduzir os “Estado Social” à mera dimensão caritativa.

Esse “austeritarismo”, que esses “liberais” tanto defendem, tem em vista salvar bancos que se meteram  em negócios especulativos  e obscuros , salvar os salários e pensões de luxo dos seus gestores e ex-gestores ou os seus grandes accionistas, que visam apenas o enriquecimento rápido e sem esforço, sendo os riscos assumidos pelos “contribuintes” , pelos pequenos e médios depositantes, e pelos trabalhadores em geral.

Para atingirem esses objectivos de salvar o “bandido”, tais “liberais” não olham a meios argumentativos.

Oriundo, muitos deles, das revoltas estudantis dos anos 60 e/ou, no caso português, do maoismo do tempo do PREC, o seu radicalismo neo-stalinista de formação  mudou apenas de bandeira.

Hoje falam em nome de um radicalismo “liberal”, que nada tem de liberalismo. 

Não passam de radicais, fanáticos e intolerantes neoliberais, usando o mesmo radicalismo, fanatismo e intolerância que aprenderam nos tempos da sua juventude maoista.

Durante os últimos anos em Portugal andaram a defender, com todo o fanatismo habitual, as “reformas estruturais”, um eufemismo desses neoliberais de formação neo-stalinista para a permanente “revolução na revolução” com que romperam os equilíbrios e direitos sociais conquistados em décadas de evolução democrática .

Por cá, essas “reformas estruturais” foram apenas usadas para criar instabilidade social e económica, virar portugueses contra portugueses, empregados contra desempregados, jovens contra velhos, trabalhadores com contrato contra trabalhadores precários, assalariados bem pagos contra assalariados mal pagos, trabalhadores do privado contra funcionários públicos, ao mesmo tempo que criavam condições para cortar salários, desvalorizando o factor trabalho em benefícios dos grandes gestores e empresários, dos banqueiros e accionistas.

Essas “reformas estruturais” conduziram ao enfraquecimento da classe média, ao empobrecimento generalizado da população, ao aumento dramático da emigração, com a “expulsão” do país dos mais jovens e qualificados, num país já de si envelhecido e iletrado, ao mesmo tempo que vendiam ao desbarato tudo o que ainda podiam vender, sem olhar à origem dos capitais dos compradores.

Fazendo tábua rasa da estabilidade social, dos compromissos assumidos com trabalhadores e pensionistas, todos os dias assistimos à violação da lei e do seu documento fundamental, a Constituição, e tudo isso alegremente justificado pela maior parte dos comentadores políticos e económicos.

Por isso não deixa de ser irónico ouvi-los agora tão preocupados com o "desfazer" dessas políticas pelo actual parlamento e pelo actual governo.

Os mesmos, que todos os dias apelavam às “reformas estruturais”, com o mesmo fanatismo com que noutros tempos apelavam à “revolução permanente”, sem olhar à instabilidade social e económica provocadas por essas medidas, vêem agora defender a “estabilidade” e a permanência, apelando a que não se “desfaça” o que foi feito neste últimos quatro anos.

Também nós somos defensores da estabilidade nos contractos socias, nas decisões políticas e no funcionamento da economia e das finanças.

Mas, quem nos últimos anos andou a instaurar a instabilidade permanente, foi a direita neoliberal com a aplicação de medidas de austeridade que tanto agradaram a esses comentadores.

Na altura não se preocuparam muito com a “estabilidade” ou com o respeito pelos compromissos sociais consignados na Constituição, antes pelo contrário. 

Para esses, a  estabilidade e a Constituição da República não passavam de empecilhos à ”grandeza”  de tais “reformas estruturais”.

O que o actual parlamento e o actual governo estão a fazer não é “desfazer”, mas, pelo contrário , “refazer” essa estabilidade violentamente quebrada pela revolução radical neoliberal que nos andaram a impor nos últimos anos, e que, enganosamente, intitularam como “reformas estruturais”.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Breve homenagem a Pierre Boulez (1925-2016)

Aqui homenageamos o compositor Pierre Boulez, ontem falecido, através da reprodução da extraordinária primeira página que o Libération de hoje lhe dedicou e da reprodução de uma improvável colaboração entre Frank Zappa e Pierre Boulez:

Charlie Hebdo - Um ano depois.

Um ano depois do atentado terrorista que matou alguns dos principais cartoonistas e trabalhadores do Charlie Hebdo, aqui reproduzimos algumas das principais reportagens e evocações que a imprensa francesa dedica ao acontecimento, por estes dias,  nas suas edições on-line:




O cartoon da Semana - o Piropo é crime (por Antero Valério)...


Tem hoje início o 3º Salão de Banda Desenhada de Aveiro.

BêDêZine: Tem hoje início o 3º Salão de Banda Desenhada de Aveiro...: O evento deste ano é  dedicado à revista “O Mosquito” e vai estra patente ao público até 17 de Janeiro. (ler mais clicando no texto).

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Charlie Hebdo: um ano depois dos atentados- Exposição na Bedeteca da Amadora.

Obviamente, Sampaio da Nóvoa!


Numa situação rara na política portuguesa recente, os candidatos que concorrem à presidência da República são, na sua totalidade, pessoas decentes.

Daí, para além das questões ideológicas que os podem distinguir, a dificuldade de escolha.

Marcelo Rebelo de Sousa, que surge em vantagem nas intenções de voto, não deve essa vantagem ao facto de ser melhor do que os outros, mas ao facto de ter beneficiado, ao longo destes últimos anos, de maior visibilidade na comunicação social.

Intelectual e politicamente existem muitos outros candidatos que estão tão ou mais capacitados do que Marcelo para ocuparem o lugar em disputa.

Além disso o apoio que recebe dos partidos da direita limita a independência da sua candidatura.

A própria personalidade de Marcelo é uma incógnita, já que ele é um mestre em dissimular as suas próprias intenções políticas, muito marcado pela política espectáculo da sua carreira como comentador e, por isso, se não me assusta, não me cativa como candidato.

Maria de Belém, a outra candidata forte nestas eleições, beneficia de uma longa experiência política e de uma promissora experiência governativa, o que é uma vantagem, mas, na actual conjuntura, pode ser um óbice.

A desvantagem dessa situação vem  do facto de, mesmo os melhores políticos, como é o caso dessa candidata, viverem num mundo diferente da realidade, uma realidade que inclui os poderes políticos e financeiros, uma elite cada vez mais afastada da vida das pessoas, e que da vida fora da política ou dos negócios apenas conhece as estatísticas, resumindo cada cidadão a um número dessas estatísticas.

Além disso é uma figura demasiado cinzenta e autoritária e gente cinzenta e autoritária já nós aturamos na presidência há dez anos.

E é assim que chegamos a Sampaio da Nóvoa.

Não foi criado pela comunicação social nem no carreirismo político, foi “criado” com muito trabalho, numa área exigente, a do ensino universitário, revelando capacidades de liderança enquanto reitor  da Universidade de Lisboa ,combinando uma postura humilde, que o aproxima do comum dos cidadãos , com o conhecimento profundo da realidade portuguesa e, naquilo que é cada vez mais raro nos políticos portugueses , pensando a sociedade portuguesa para além dos lugares comuns ou da imediatismo.

(Sobre o essencial do seu pensamento, aconselhamos a leitura AQUI do seu discurso enquanto presidente da comissão organizadora das comemorações do 10 de Junho em 2012).

Precisamos de ser representados, no mais alto cargo da República, por alguém que seja diferente, criativo, culto,  independente, que respeita os cidadãos e ponha o interesse destes acima dos interesses da baixa política ou do sector financeiro, que conheça o país, a sua história, a sua cultura, e que nos puxe para a frente, com firmeza, mas com humildade.

Alguém que dê cor à Presidência da República.

Por tudo isso, aqui declaramos oficialmente o apoio do administrador deste blog à candidatura de Sampaio da Nóvoa.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

E agora, as presidenciais…


Com dez candidatos à corrida, as presidenciais que se realizam no final deste mês correm o risco de serem as mais previsíveis e enfadonhas de sempre.

Mais de metade dos candidatos vem da área do PS e a direita neoliberal, que nos governou neste últimos anos, não apresenta candidato próprio e vai correr a engolir um sapo vivo que representa tudo aquilo que ela andou a destruir no seu seio, a “social-democracia” e a democracia cristã.

Por sua vez, a felicidade da maioria dos portugueses em verem-se livre de Cavaco, o pior presidente da história da democracia, quiçá de toda a República, leva-os a encarar com indiferença quem o possa substituir, na certeza de que qualquer um dos  dez concorrentes vai facilmente fazer melhor, mesmo o Tino de Rans, o que mais se aproxima do estilo de Cavaco.

Há os candidatos credíveis, mas que, aritmeticamente, têm poucas hipóteses de disputar uma possível segunda volta, e que apenas existem para marcar território e combater a abstenção. 

São os casos de Marisa Matias, uma excelente deputada europeia do Bloco de Esquerda, que pode contribuir para travar a abstenção nessa área política, de Edgar Silva, um antigo padre, hoje militante do PCP, homem de coragem e cuja candidatura explica o carácter popular e único desse partido no seio da história do comunismo mundial, de Paulo Morais, rosto público do discurso contra a corrupção dos políticos, capaz de contribuir para travar a abstenção no eleitorado mais céptico e de captar votos à esquerda e à direita, e também de Henrique Neto, um dos poucos empresários credíveis neste país, igualmente em condições de captar votos no centro.

Depois há os candidatos credíveis e os únicos que,  se não houver imprevistos, estão em condições de ganhar as eleições. 

São os casos de Marcelo Rebelo de Sousa, figura mediática e que anda em campanha há anos, o sapo que a direita tem de engolir e que pode captar votos no centro e na esquerda, de Maria de Belém, genuína representante do aparelho partidário do PS, representante da facção “segurista” e que seria a candidata “natural” desse partido se ele não estivesse tão dividido e desorientado pelo caso “Sócrates”, e de Sampaio da Nóvoa, este o único que pode representar alguma inovação, criatividade e novidade no cargo presidencial.

Depois de "apresentados", revelaremos em próxima crónica o “nosso” candidato.

Comic Riffs 2015- Um ano em cartoon´s no Washington Post...

BêDêZine: Comic Riffs 2015- Um ano em cartoon´s no Washingto...: O jornal Washington Post divulgou uma selecção dos melhores cartoon´s da Comic Riffs publicados nas suas páginas ao longo do ano de 2015...(clicar para ver).

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Há 30 anos que “somos” “europeus”


Passam este mês trinta anos sobre a entrada oficial de Portugal na então “CEE”.

O “saloioismo” nacional sempre fez alarde da nossa adesão à “Europa”, esquecendo-se que Portugal sempre foi Europeu, não só geográfica, como historicamente, e neste último aspecto, bem mais Europeu que muitos outros.

Só a subserviência reverente da maior parte da elite  portuguesa ( na política, na comunicação social, nas universidade e na economia) ,em relação às instituições e aos burocratas europeus, actualizada no retracto de Fernando Pessoa sobre o  provincianismo da elite nacional do seu tempo (ler AQUI), embasbacada face ao “progresso” da “Europa”, explica que essa adesão nos tenha conduzido a esta última década perdida.

Por infeliz coincidência, os primeiros passos de adesão de Portugal à então CEE coincidiram com os governos cavaquistas (1985-1995) e grande parte dos fundos estruturais que beneficiaram economicamente o país foram canalizados para levar a efeitos políticas de “desenvolvimento” que, como se provou já neste século, contribuíram para beneficiar a especulação financeira e imobiliária, a substituição de uma rede de transportes públicos por uma discutível rede de auto-estradas( que implicou um forte aumento das importações, com reflexos no aumento da dívida pública, e com graves custos ambientais),  e a destruição do já de si rudimentar aparelho produtivo nacional (pesca, industria e agricultura), um desastre anunciado mas maquilhado pela euforia consumista das duas primeiras décadas que os fundos estruturais, mal canalizados para o consumismo desenfreado, fomentado pelos bancos, permitiram disfarçar.

Enquanto houve dinheiro e fundos estruturais foi possível, apesar de tudo, melhorar muitos do indicadores económicos e sociais, graças, principalmente, à forma como os governos de António Guterres conseguiram emendar a mão dos desvarios cavaquistas, mas foi “sol de pouca dura”.

Poucos suspeitariam que, trinta anos depois da adesão à então CEE, hoje União Europeia, o país estivesse a viver um retrocesso social e económico com as actuais dimensões e que a União Europeia estivesse a lutar pela sua sobrevivência como projecto  solidário e de desenvolvimento económico-social, muito por culpa da abdicação e destruição desse projecto, entregue à especulação financeira e a uma geração de políticos de vistas curtas.

Apesar de tudo, Portugal está hoje muito melhor do que estava em 1986, embora, a continuar-se por muito mais tempo com as actuais medidas “austeritárias”, impostas pelas instituições  não-democráticas europeias (Comissão, Conselho, Eurozona e BCE) e diligentemente aplicadas nos últimos quatro anos pela dupla Coelho-Portas,  tudo o que, ainda assim, se conquistou nestas últimas décadas, em direitos sociais, em melhoria das condições de vida, em consolidação da democracia, corre o risco de sobraçar e de conduzir o país (e o resto da Europa) para um desastre social, económico e político de dimensões inimagináveis.

Ainda vamos a tempo de mudar o rumo às coisas e reconduzir Portugal e a Europa ao sonho que a construiu, o da cidadania, da solidariedade, da democracia, da identidade cultural, do conhecimento e do combate às desigualdades.

Estes são também alguns dos desejos para  este ano que agora se inicia.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Quercus faz o balanço do ano ambiental de 2015


2015 foi marcado pela Cimeira do clima em Paris.

Por cá, a Quercus  acaba de revelar um balanço do ano ambiental e as perspectivas para o próximo ano.

Esse interessante relatório pode ser lido AQUI.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Caso BANIF: Passos Coelho entre a espada e a parede…e depois demita-se da liderança do seu partido!!!!...e depois é deixar o caso aos tribunais e à policia...


Á medida que mais coisas se vão conhecendo do processo BANIF, como é o caso do que é revelado na crónica de hoje de Rui Tavares no jornal Público, que pode ser lida integralmente AQUI, mais se percebe a irresponsabilidade do governo Coelho-Portas e da ministra das finanças desse governo, assim como da actual administração do Banco de Portugal.

Escreve Rui Tavares que durante três anos  “o governo português foi negociador da legislação da união a nível europeu e banqueiro principal do BANIF a nível nacional. E os responsáveis têm nome: Pedro Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque sabiam que a 1 de janeiro de 2016 as regras europeias mudariam e que, no caso do BANIF, teriam um impacto enorme sobre aforradores de uma vida nos Açores e na Madeira e nas comunidades emigrantes oriundas destes arquipélagos, onde o BANIF detêm uma considerável quota de mercado. Durante todos estes anos, Pedro Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque foram maus governantes para Portugal e maus banqueiros para o BANIF.

“Sendo assim, o estado português chega ao fim de 2015 correndo contra o calendário e duas soluções possíveis: ou a liquidação, com perdas certas até 3000 milhões de euros, ou a resolução, opção que foi seguida, com perdas possíveis até 3000 milhões de euros. Pelo caminho perdeu-se a possibilidade de tirar partido da nacionalização do BANIF e potenciar o seu valor social para as comunidades que ele servia, provavelmente após uma ligação à Caixa Geral de Depósitos.

“Esta não é só uma história de uma assustadora irresponsabilidade perante factos que só poderiam ser conhecidos do governo de Pedro Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque. É mais assustadora ainda quando pensamos na possibilidade, que foi real, de agora termos um governo de bloco central a mascarar a omissão culposa de Pedro Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque. Pode ter havido um móbil para este arrastar da situação: a “saída limpa”, as eleições. Mas não pode haver desculpa para Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque”.

Hoje o PSD, no parlamento, não tem outra “saída limpa” que não seja deixar passar  o orçamento rectificativo apresentado pelo actual governo, que, em coerência, nunca podia ser votado pela esquerda.

E depois, tanto Passos Coelho, Paulo Portas e Maria Luís Albuquerque, só podem seguir o concelho do insuspeito cronista da direita e apoiante das medidas de austeridade e da “TINA”, João Miguel Tavares (ler  aqui a sua crónica “Passos Coelho tem deexplicar”) que ontem escrevia que “as declarações do primeiro-ministro [Costa] e do ministro das Finanças não permitem segundas interpretações: eles garantiram que o anterior governo sabia há mais de um ano da necessidade de resolver em definitivo o problema do Banif, preferindo arrastar os pés, por razões que se supõem eleitoralistas, o que fez aumentar significativamente o custo da operação.

“A serem verdadeiras tais acusações, nem Passos Coelho, nem Paulo Portas, nem Maria Luís Albuquerque deveriam voltar a ser ministros – é tão simples quanto isso”.

E nós acrescentamos, nem nenhum deles pode voltar a exercer qualquer cargo público e, de imediato, para salvar o que resta da face dos partidos que lideram, deviam por os seus lugares de liderança à disposição e, com eles, levar toda a administração do Banco de Portugal.


É o mínimo que se pode exigir , sem escamotear o recurso aos tribunais e à polícia para condenar todos os responsáveis por este processo.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Boas Festas aos Quadradinhos

BêDêZine: Boas Festas aos Quadradinhos: Com o desejo de um Feliz Natal para todos os nossos leitores e seguidores(clicar para ver).

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

...e agora espera-se que Carlos Costa se demita do BdP...Banif poderá custar quase 4.000 milhões de euros

Mais uma vez os contribuintes portugueses vão pagar os erros do Banco de Portugal e os desmandos do sector financeiro.

O mínimo que se espera é que o governador do Bando de Portugal, Carlos Costa, ponha de imediato o seu lugar à disposição, se ainda lhe restar um mínimo de decência, e perdendo de imediato todos os direitos, dele e da sua administração. em relação a todos os benefícios e privilégios que gozam pelo exercício desse cargo (como o "direito de pernada" nas pensões...).

Em segundo lugar, espera-se que a Comissão Europeia, tão pronta a ajudar o sector financeiro, revele desta vez algum bom senso e não inclua os custos desta decisão, que eles pressionaram e aprovaram, nas contas do déficit português.

Em terceiro lugar que a comissão parlamentar que se vai formar para investigar o que levou a esta situação colabore com a justiça para levar os responsáveis a tribunal.

..é o mínimo...

Uma sugestão de Natal :"Natal dos Caretos" de Bragança em BD

BêDêZine: Uma sugestão de Natal :"Natal dos Caretos" de Brag...: “Natal dos Caretos” é a obra de Banda Desenhada lançada no passado dia 4 de Dezembro em Bragança, um conto de Natal que tem os célebres caretos com personagens.(clicar para ler mais).