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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

As Imagens que nos envergonham a todos (...menos aos burocratas de Bruxelas).

No último ano morreram afogados no Mediterrâneo cerca de 4 mil refugiados (mais do que os mortos das Torres Gémeas...).
No início deste ano uma nova tragédia está a abater-se sobre os refugiados: o frio e a neve.
Do lado de cá tudo continua impávido e sereno. Os Burocratas de Bruxelas continuam entretido a discutir décimas nos deficits, para ver quem devem tramar a seguir (talvez os gregos que, sozinhos procuram fazer o que podem pelos refugiados...) .Os comentadores, banqueiros, economistas e políticos continuam a comer e a dormir todos as dias.
Os refugiados que fogem a guerras provocadas e apoiadas pelo ocidente no Libano, na Síria  e no Iraque continuam a tentar chegar ao continente Europeu ou continuam a aguardar sem destino em campos de refugiados lotados no Médio Oriente ou no Norte de África, onde o frio aperta ainda mais do que na Sérvia, na Grécia ou na Macedónia. Os governos terroritas da Hungria e do leste europeu, financiados pela União Europeia continuam a impedir a chegada de refugiados...
 As imagens que mostramos em baixo, tiradas na Europa,  falam por si...haja vergonha:

























 

Lançada edição a cores de "Tintin no país dos Soviéticos".

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

...é para Hoje:

 

"O Arquivo do Planeta" de Albert Kahn

A FORMA E A LUZ: "O Arquivo do Planeta" de Albert Kahn: Nascido a 3 de Março de 1860, Albert Kahn foi um banqueiro e milionário francês que se tornou pioneiro na fotografia a cores. (clicar para ver e ler mais).

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Mário Soares, o último Adeus!

 



















Soares, o Fim de uma época


Se existe alguma figura que, para o bem e para o mal ( e para o “assim-assim”) marcou uma época, Mário Soares foi uma delas.

Toda a minha geração foi marcada por Mário Soares, e todos concordámos ou discordámos dele muitas vezes, em momentos importantes da nossa vida cívica.

Contudo nada justifica o ódio cobarde contra ele manifestado nas redes socias por estes dias, muitas vezes com base em mentiras justamente e factualmente desmentidas nas páginas do jornal Público (leiam o artigo de Pedro Guerreiro intitulado “Nas Redes Sociais, ódio e boatos em copy-paste”, in Público de 9 de Janeiro de 2016)

Pessoalmente cruzei-me com Mário Soares algumas vezes, embora só tenha trocado com ele algumas breves palavras de circunstância.

Assisti, em 1974, enquanto militante do PS, a vários comícios onde ele estava presente, tendo-me marcado um grande comício, realizado no então chamado Pavilhão dos Desportos, no Parque Eduardo VII, onde estiveram presentes Altamirano, líder do PS do Chile, que sucedeu a Allende e vivia então na clandestinidade, lutando contra a ditadura de Pinochet, e François Mitterrand, líder do PS francês, anos antes  de chegar à presidência da França.

Por essa época cruzei-me ainda algumas vezes com Soares na sede do PS, então em S. Pedro de Alcântara.

Tendo-me afastado do PS no inicio de 1975, ainda me cruzei com ele uma ou duas vezes na década de 70, na rua onde fica a sua casa, pois por ela tinha de passar todos os dias, várias vezes, durante uns cinco anos, para me deslocar do metro, que então ía apenas até Entre Campos, para a Faculdade de Letras

Voltei a cruzar-me com ele na década de 80, em colóquios e congressos de História promovidos pela Fundação Mário Soares.

Numa destas ocasiões houve outro momento que me marcou, que foi num encontro de História Contemporânea dedicado a Humberto Delgado, era Soares presidente da República.

No final da manhã Mário Soares, que tinha sido um dos oradores , era esperado no hall de saída da sala por um enxame  de jornalistas  que procuravam  obter um comentário sobre um tema político  (não me lembro qual) que marcava a época [o interesse não era, como devia ser, o tema do congresso!!!].
Por sua vez, eu, com mais dois amigos (um era o José Travanca, o outro, não tenho a certeza, mas penso que era o Nozes Pires) juntámo-nos num outro canto do hall para falarmos doutros temas. Entretanto, depois de obterem o que que queriam, os jornalistas abandonaram o local e o ambiente no hall acalmou.

Para surpresa nossa, quando olhámos para o lado, vimos que só lá estávamos nós e, a uma pequena distância... Mário Soares em amena cavaqueira com uma outra figura pública (não me lembro quem), sem se avistar à volta um  segurança ou um polícia. Recordo, Soares era então “apenas” Presidente de Portugal.

Já depois disso voltei a cruzar-me com Soares, em Torres Vedras, por ocasião de um colóquio (que contou com outras duas sessões onde estiveram presentes, em datas diferentes, Álvaro Cunhal e Marcelo Rebelo de Sousa). Data desse colóquio a única vez que troquei breves palavras com Soares par pedir que me autografasse uma primeira edição do seu Portugal Amordaçado.

Mas mesmo nunca estando muito próximo dele, a não ser nas circunstâncias descritas, a sua personalidades, as suas ideias e a sua atitude estiveram sempre presente nalgumas das minhas decisões políticas.

Tudo começou ainda antes do 25 de Abril, quando vi nele uma alternativa à oposição comunista. Embora tenha colaborado com o PCP a partir de 1973, em reuniões clandestinas de carácter unitário ( no seio do MDP/CDE) não aceitei uma proposta para aderir ao PCP com o argumento de eu ser “social-democrata” . A “social-democracia” em que então me revia era aquela representada por Mário Soares.

A seguir ao 25 de Abril, depois de uma breve continuação junto do MDP/CDE, aderi em Junho ao PS quando este partido deixou aquela plataforma política.

Entretanto, na voragem revolucionária que se seguiu, afastei-me progressivamente do liberalismo de Soares e, juntamente com outros membros da Juventude Socialista local, iniciei um processo de ruptura, que teve um primeiro episódio nos finais de 1974, quando tomámos praticamente de ”assalto” a sede local do PS, que ficava na A. 5 de Outubro, encostada ao restaurante “Pacar” e “fundámos” uma “tendência” “revolucionária”, a que chamámos de “MRJS” (“Movimento Revolucionário da Juventude Socialista”). A aventura durou umas horas, pois logo fomos retidos na sede pelos mais velhos e ficámos a aguardar a chegada de um representante da JS de Lisboa para tomarem uma decisão sobre nós. Ouvimos um raspanete, fomos ameaçados de expulsão e mantivemo-nos ainda por mais algumas semanas no PS.

Alguns saíram entretanto. Eu aguardei pelo resultado do Congresso de Janeiro de 1975, apostando na figura de Manuel Serra, que disputava a liderança contra Mário Soares. Saindo Soares vencedor, escrevi e enviei o meu pedido de demissão (que foi aceite só em Abril, dias depois das eleições para a Assembleia Constituinte).

Tendo saído do PS empenhei-me depois na luta política pela Associação de Estudantes do Liceu de Torres Vedras, numa coligação de várias tendências esquerdistas que concorreu contra a UEC (organização estudantil do PCP) e que vencemos com grande maioria.

Os meus companheiros da JS aderiram às mais variadas tendências (MRPP, PRP, LCI, o embrião da UDP, Anarquistas). Eu e um pequeno grupo aderimos à LUAR.

Voltaria a estar contra Mário Soares durante o 1º Governo Constitucional e na adesão à CEE. Á distância reconheço que a adesão à CEE salvou  a frágil democracia portuguesa e permitiu ao país fugir à miséria social e económica. Infelizmente, o modelo de prosperidade que essa desão podia garantir foi desbaratada durante os anos do “cavaquismo” e, já neste século, com a apressada adesão ao “euro”. Mas isto é outra história.

Voltei a divergir de Mário Soares nas eleições presidenciais de 1986, apoiando activamente a candidatura de Maria de Lurdes Pintasilgo. Contudo, acabaria por votar pela primeira vez em Soares, na segunda volta dessas eleições.

A partir de aí , embora nem sempre concordando com ele, como no seu apoio a Sócrates, ganhei um grande respeito a Mário Soares e voltei a estar com ele recentemente nas criticas às políticas de austeridade da troika e à deriva “austeritária” de Bruxelas, bem como no apoio a Sampaio da Nóvoa.

Foi tudo isso que me levou ontem a Lisboa para um último adeus a essa grande figura que marcou a evolução do país nos últimos 50 anos.

Depois de terem desaparecido Sá Carneiro, Salgueiro Maia, Álvaro Cunhal e Mário Soares, abre-se uma nova página na nossa história.













 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Mário Soares, “anti-TINA” antes do “TINA!


TINA =  “There Is No Alternative” (“Não há alternativa”).
A frase é atribuída a Margaret Thatcher que a usou para justificar as suas políticas  para destruir o Estado Social britânico, destruir os direitos sociais dos trabalhadores do seu país e, desde então serviu de mote para lançar a aventura neoliberal que conduziu o mundo e a humanidade à desastrosa e dramática situação actual.
Por cá a frase ganhou relevância nos anos da Troika e ainda continua a ser usada pelos defensores das políticas anti-sociais então levadas a cabo para justificar a destruição do nosso já de si rudimentar e frágil Estado Social, retirar direitos socias aos trabalhadores e cidadãos e fragilizar o factor trabalho.
O “TINA” é o único programa político económico e social que é proposto aos cidadãos europeus pelo actual “politburo de Bruxelas” (BCE, Eurogrupo, Comissão Europeia, Eurofine, Conselho Europeu…) e que tem vindo a destruir alguns dos aspectos mais benéficos da União Europeia, como o Estado Social, a solidariedade político-cultural e a economia social que estiveram na sua origem.
Mas a “filosofia TINA” é muito anterior ao thatcherismo e serviu de mote e justificação a todo o tipo de barbaridades cometidas contra a humanidade ao longo dos tempos.
Nesse sentido podemos ver no percurso de Mário Soares uma coerente e precursora atitude “anti-TINA”.
Quando, em Portugal,  a situação mais confortável e segura, até para garantir carreira e emprego, era , no mínimo fazer a “vidinha” ignorando a ditadura salazarista ou, no máximo, colaborar com esta, porque “não havia alternativa”(“TINA”!!), Mário Soares colocou-se no lado certo da história sujeitando-se, durante mais de 50 anos da sua vida, a perseguições, prisões, deportação e exílio, em vez de ir à sua “vidinha” de advogado com uma carreira prometedora e rentável.
Quando, por outro lado, no fim do regime, a única oposição organizada e viável parecia ser a que era preconizada pelo PCP (o “TINA” da maior parte da oposição), Mário Soares arriscou fundar o Partido Socialista e romper um certo unanimismo no seio da oposição.
Quando, depois do 25 de Abril, e principalmente depois do 11 de Março, o futuro do novo regime parecia oscilar entre, por um lado, um regime de tipo cubano, um novo satélite soviético ou uma nova Albânia  achinesada ou, por outro lado, uma guerra civil ou uma nova ditadura militar à “Pinochet”, Mário Soares, rompendo mais uma vez com o “TINA”, defendeu a democracia e a liberdade como futuro, mesmo aliando-se muitas vezes a gente pouco recomendável, nem sempre da melhor maneira, por vezes solitário.
Já com a  jovem democracia a denotar alguma fragilidade, contra os que achavam o país condenado à pobreza e ao terceiro mundismo, como defendiam os defensores do TINA de então , e remando mais uma vez contra ventos e marés, e mais uma vez nem sempre da melhor maneira, conduziu o país para a integração na então CEE.
Foi ainda num clima que lhe era fortemente adverso, onde mais uma vez os profetas do TINA de então lhe vaticinavam uma humilhante reforma da política (já tinha então quase 65 anos), mais uma vez, enfrentando uma conjuntara que lhe era desfavorável, mesmo dentro seu partido, conseguiu o que parecia impossível, o apoio do voto comunista, e ganhou as eleições presidenciais.
Já nos últimos anos da sua vida tornou-se um critico activo e feroz do “tinismo” dominante dentro e fora de fronteiras, tendo-se antecipado a muitos nas criticas à decadência e desvirtuamento do projecto europeu e contra a política socialmente criminosa da Troika em Portugal.
Curiosamente esta última fase da sua trajectória política tem sido cirúrgica e cinicamente escamoteada pela maior parte dos comentadores televisivos e na imprensa, atitude que não será de estranhar se tivermos em conta que as direcções da maior parte da comunicação social estão nas mãos de conhecidos propagandistas do “TINA” (honra seja feita ao diário “i” que hoje publica a última entrevista de Soares, dada àquele jornal em 2015, e recorda as últimas acções políticas e publicas de Soares em defesa de uma aliança à esquerda contra a nova direita radical  neoliberal).
Até no “anti-tinismo” recente Mário Soares soube estar à frente o seu tempo.
É caso para dizer: Morra "o" "TINA", Morra!,….viva Soares!!!

Cartoon´s para homenagear Mário Soares

BêDêZine: Cartoon´s para homenagear Mário Soares: A figura de Mário Soares prestou-se ao longo da sua vida a todo o tipo de cartoon´s, nem todos favoráveis.(clicar para ver)

sábado, 7 de janeiro de 2017

Obrigado Mário Soares!

Obrigado Mário Soares, pela forma como lutou pela democracia e pela liberdade!
Obrigado Mário Soares por me ter deixado divergir de si muitas vezes na vida!
Obrigado Mário Soares pela tolerância!
Obrigado Mário Soares por ter sido sempre uma referência para a minha geração, mesmo quando estávamos em lados diferentes da barricada!
Obrigado Mário Soares pelos seus erros porque nos tornaram mais humanos!
Obrigado Mário Soares pela coragem e pelo desassombro das suas convicções!
Obrigado Mário Soares por ter razão antes de tempo!
Obrigado por ter sido Mário Soares!
Até Sempre!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

“Fora o Arbitro”!


O mundo do futebol não é ambiente que se recomende.
Agora parece que os maus resultados, por falta de empenhamento dos jogadores com salários milionários, por treinadores mais preocupados em aparecer nos noticiários do que em trabalhar, e por dirigentes fala-barato preocupados com os negócios chorudos que podem obter no futebol, são culpa dos árbitros.

A comunicação social dá uma mãozinha para incendiar o ambiente, porque tem de garantir audiências e vender publicidade, porque tudo é negócio, em vez de fazer o que lhe competia que era investigar a origem dos milhões no futebol e fazer a pedagogia da tolerância.

Confesso que cada vez que um noticiário abre com notícias do futebol mudo logo de canal, ou fecho a televisão se o futebol abre com as mesmas declarações em todos os canais.

….E começam a irritar-me cada vez  mais as declarações incendiárias de treinadores e dirigentes de clubes contra os árbitros, sempre que perdem um jogo.
A quantidade de gente mal-educada e intolerante que frequenta o mundo do futebol, da comunicação social aos estádios, começa a ser preocupante.

A única vantagem do futebol continua a ser a de absorver as tensões neo-fascistas, canalizadas para o pobre árbitro, em vez de serem canalizadas para destruir as sociedades democráticas.

Mas também essa linha de demarcação começa a  ultrapassar o limite do razoável de forma preocupante, muito por obra e graça de uma comunicação social conivente com esses arruaceiros, dando-lhes espaço de  visibilidade.
O  espírito arrogante, intolerante e boçal daqueles que acusam os árbitros pelo mau resultado das equipas é o mesmo encontramos na mesma comunicação social e nos mesmos políticos que fazem carreira no futebol, quando acusam os professores pelo mau resultado de alunos que não estudam, quando acusam médicos pela falta de saúde de quem nunca se preocupou em levar uma vida saudável, quando acusam a polícia por serem autuados por transgredirem a lei, quando acusam o funcionário das finanças porque desmascararam o golpe de quem tento escapar ao fisco ou quando acusam o juíz por serem condenados por crimes que os próprios cometeram conscientemente.

Basta de gritar “Fora o Arbitro”… e assumam as vossas responsabilidades!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

2017 – Vem aí o Ano de todos os sustos!


Fazer previsões sobre um novo ano é sempre um risco, mas é possível detectar alguns sinais no horizonte e o ano de 2017 inicia-se cheio se sinais, a maior parte preocupantes, mas também, paradoxalmente, nenhum ano se apresentou tão imprevisível como o que agora se inicia.

Na mira do historiador, do politólogo e do sociólogo, estamos a viver um período fascinante, mas, na mira do cidadão comum, da democracia e da liberdade, os sinais são deveras preocupantes.

O ano iniciou-se mesmo com um mau presságio, com o terrível atentado de Istambul, recordando-nos que o terrorismo e o longo braço do Daesh vão continuar a  fazer estragos por essa Europa fora.

Mas outros sinais, herdados do ano anterior, revelam-se preocupantes para o destino da Europa e mesmo da humanidade, como a eleição de Trump, que tomará posse no próximo dia 20 e se prepara para alterar profundamente todo o modo de viver em democracia e liberdade, com uma grande dose de imprevisibilidade.

Também herdados do ano anterior, temos o acentuar do poder político da Rússia de Putin e do poder económico da China e a continuação da trágica desestabilização no Médio Oriente, onde a guerra civil na Síria é “apenas” um episódio e que irá provocar o agravamento do drama humanitário dos refugiados.

Em paralelo continuamos a assistir à falência económica, financeira e politica do projecto da União Europeia, muito por culpa das elites dirigentes europeias.

Este ano pode marcar o declínio definitivo do projecto europeu, com a ascensão da extrema-direita na maior parte dos países do velho continente e o descalabro desse crime financeiro que dá pelo nome de “euro”.

Realizam-se eleições em França, na Holanda, na Alemanha e, previsivelmente, na Itália, nas quais a extrema-direita, mesmo que não as vença, vai reforçar imenso a sua influência.

As únicas boas notícias que o mundo tem é a chegada de António Guterres à liderança da ONU e  a continuação do papa Francisco à frente da Igreja, embora sem grandes poderes para enfrentarem  os perigos que se avizinham.

Por cá, a pacificação social e política que o país conheceu no ano anterior pode alterar-se profundamente este ano, por razões internas, como a elaboraçlão do orçamento de 2018 e o resultado das eleições autárquicas lá mais para o final do ano, embora a manutenção de Passos Coelho na liderança do PSD continue a ser um seguro de vida para a “geringonça”, mas também por razões de ordem externa, como a crescente instabilidade financeira e política que se prevê com a chegada de Trump ao poder, o resultado das eleições na Europa e a cegueira do politburo de Bruxelas.

Enfim, poucas vezes se assistiu a um inicio de ano tão pouco auspicioso e previsível.

Pode dizer-se que, se o “ovo da serpente” foi “chocado” no ano anterior, neste ano vamos assistir à acção da “serpente”…

Cartoon´s para despedir 2016 e receber 2017