Os dias que rolam, numa visão plural, pessoal e parcial de um mundo em rápida mutação. À esquerda, provocador e politicamente incorrecto, mas aberto à diversidade...as Pedras Rolam...
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quinta-feira, 24 de maio de 2018
: World Press Photo - uma visita
A FORMA E A LUZ: World Press Photo - uma visita: Para quem não foi a tempo de visitar a exposição com os trabalhos premiados este ano pela World Press Photo, aqui deixamos uma pequena amostra (clicar para ver).
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sexta-feira, 18 de maio de 2018
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Bruno de Carvalho, o “nosso” taliban.
Bruno de Carvalho é a cereja amarga no bolo podre do mundo do futebol.
Tentou ser uma imitação de Pinto da Costa, imitando mal a genuína
boçalidade do presidente do Porto, mas revelou-se sempre um pobre esboço da
arrogância daquele.
O mundo do futebol, principalmente, o dos “três grandes”, é um mundo
cada vez menos recomendável.
É palco dos mais repugnantes actos de intolerância, e, pelo que se
percebe pela apetência para cargos directivos de banqueiros e políticos em
promoção ou final de carreira e de
caciques como o “bombeiro” Marta Soares,
uma gigantesca máquina de lavagem de dinheiro sujo e promoção da mediocridade.
Por isso, o que aconteceu na “academia” [????] de Alcochete era
previsível, neste ou em qualquer outra “catedral” do futebol, com a agravante
de esta estar há muito anunciada pela forma boçal como Bruno de Carvalho
incentivou a violência contra jogadores e técnicos.
Bruno de Carvalho é o responsável moral pelos acontecimentos e não o
envolver no julgamento do caso seria o mesmo que não envolver Hitler no
julgamento do Holocausto, só porque, que se saiba, Hitler nunca entrou num
campo de concentração ou nunca matou um judeu com as próprias mãos…
Já denunciamos AQUI e AQUI o mundo do futebol e, infelizmente, o que
escrevemos então, continua actual.
Agora é esperar que os nossos políticos
não se fiquem pelas palavras de circunstância, nem se acobardem perante
a violência de comentadores e lideres clubistas, e actuem, de uma vez por
todas.
Os sportinguistas já devem ter
percebido que, se não ganharam o
campeonato este ano, devem deixar de acusar as arbitragens ou qualquer
conspiração, e “agradecer” a Bruno de Carvalho e à instabilidade por ele criada
no clube.
Infelizmente, "Brunos de Carvalho" há muitos….
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O Maio de 68...em Torres Vedras
Ler AQUI, no blog Vedrografias
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quarta-feira, 16 de maio de 2018
Tom Gauld – o autor de BD que ama a literatura
BêDêZine: Tom Gauld – o autor de BD que ama a literatura: Tom Gauld é um autor escocês de Banda Desenhada, nascido em Aberdeenshire em 1976 e actualmente radicado em Londres. (ler mais clicando em cima).
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terça-feira, 15 de maio de 2018
Dois mil palestinianos valem menos que um "ocidental"???
Já se percebeu há muito tempo que a vida, para os políticos e
jornalistas ocidentais, não tem toda o mesmo valor.
Um Europeu assassinado por um terrorista criminoso é, justamente,
apelidado de um bárbaro atentado perpetrado por um cobarde sem humanidade e, se
tiver por detrás uma qualquer organização ou um qualquer Estado, proceder-se-á
a uma retaliação militar imediata, bombardeando bases dos criminosos.
Cinquenta palestinianos desarmados mortos e mais de dois mil feridos
merecem meras palavras de circunstância e um mero apelo à contenção e à calma
às autoridades israelitas.
São estes dois pesos e duas medidas que incentivam estados “civilizados”
como o Israelita a continuar na sua campanha criminosa contra os palestinianos.
…depois venham queixar-se !!!
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segunda-feira, 14 de maio de 2018
Palestina : A Foto do DIA
Mais de 50 palestinianos mortos e 2 mil feridos.
Um autêntico massacre de civis desarmados.
E agora? A NATO vai bombardear Israel?
Ou o silêncio vai-se tornar mais ruidoso?
Entretanto a vitória no Festival da Canção, onde a vencedora fez a propaganda descarada de Jerusalém como capital próxima do evento, dá também o mote a cartazes de protesto contra a Trump e o seu apoio ao criminoso governo de Israel:
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ISRAEL – De um Estado merecido a um Estado pária.
Quando nasceu, há 70 anos, o Estado de Israel foi saudado pelos
progressistas de todo o mundo.
Estava ainda fresco o Holocausto e a esmagadora maioria dos judeus, que
se deslocaram para Israel, sonhavam deixar para trás um período terrível e
construir um futuro de paz e prosperidade.
Foi um Estado construído contra ventos e marés, no meio de uma
população árabe hostil, dominada por governos semifeudais e muitos deles
colaborantes com o nazismo durante a IIª Guerra.
Ficou na memória a aventura do “Exodus”, literária e magistralmente descrita por Leon Uris.
Mas o nascimento daquela nação trazia logo o vírus que haveria de desbaratar
a simpatia por Israel.
Desde logo a forma como tratou os Palestinianos que viviam no país,
espoliados das suas terras e dos seus bens e condenado a gerações de pobreza no
seio de uma população judaica próspera, raiando muitas vezes um tratamento
desumano e a mais abjecta e condenável descriminação étnica, por vezes à beira
da limpeza étnica.
Houve momentos em que parecia que essa mancha na sua história ia ser
resolvida, mas o assassinato de Yitzhak Rabin, às mãos de um radical judeu, em
1995, em vez de levar os israelitas a repudiarem o crime, levou-os a colocar no
poder radicais que, ideologicamente, estão mais próximos do assassino do que da intenção de Rabin.
Um outro momento que colocou Israel entre os Estados párias deste mundo
foi quando, depois da queda do muro de Berlim, a maioria da população israelita
passou a ser dominada por judeus vindos do leste e por uma geração que já
nenhuma relação tinha com as vítimas do Holocausto, imigrando para Israel por puro oportunismo económico.
É uma geração que, pela forma como trata os palestinianos, envergonha
todos os dias a memória dos judeus que sofreram o Holocausto e os próprios pais
fundadores do Estado de Israel.
Passaram também a usar o Holocausto como pura chantagem emocional para
manterem o financiamento e a ajuda militar do ocidente, não respeitando
resoluções da ONU ou tratados internacionais contra a proliferação de armas
nucleares.
A sua própria cegueira radical levou-os a estar por detrás da formação
de grupos “neoterroristas” como o Hamas, para destruir a influência da OLP, estando
ainda por esclarecer a sua influência no aparecimento do Daesh, dois monstros,
o Hamas e o Daesh, que acabaram por fugir ao controle do próprio mentor (como
aconteceu com os Estado Unidos em relação à Al-Qaeda).
Hoje o principal aliado de Israel na região é o Estado criminoso e
feudal da Arábia Saudita e , a nível internacional, o populista irresponsável
Donald Trump.
Negar o Holocausto e o direito de existência do Estado de Israel é
criminoso.
Mas apoiar os fanáticos radicais que governam Israel não o é menos.
Felizmente ainda existem alguns israelitas com coragem para denunciar
as atrocidades diariamente cometidas pelo Estado de Israel contra os
palestinianos.
São uma voz incómoda e minoritária, mas são a semente que pode
contribuir para que Israel volte ao seu espírito fundador.
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domingo, 13 de maio de 2018
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Festival Eurovisão da Canção – A “pepineira” do costume!
Ao contrário de outros Festivais de musica e de outros géneros
culturais, o Festival da Canção, com raras excepções, sempre primou pelo
conservadorismo da maior parte das canções, cópias formatadas de segunda, de
êxitos populares do pop mais pimbalhão que se produz por esse mundo fora.
O festival da canção da Eurovisão, ao contrário de outros festivais
musicais e artísticos, prima pela falta de
originalidade, andando a reboque do que de pior se faz na musica pop.
Qualquer cantor pimba português está a anos luz, em termos de “imaginação”
e “novidade”, daquilo que aparece naquele festival, em especial em relação
àquilo que vem dos países de leste.
A entrada em massa destes países no festival contribuiu para baixar o
nível do festival e a maior parte das canções que veem desses países são meros
estereótipos e péssimas cópias daquilo que se faz, melhor, diga-se de passagem, no mundo da mais
elementar musica comercial ocidental, a chamada musica a metro, imitações de
segunda de Sakira ou Mariah Carey, vozes saídos dos formatados concurso de “talentos”
televisivos.
Pensava-se que o aparecimento, no ano passado, de um extraterrestre
chamado Salvador Sobral que, contra todas as normas habituais daquele festival,
o conseguiu vencer, podia revolucionar e contribuir para a renovação do
Festival.
Afinal, pelo que se viu, voltou tudo ao triste “normal”, com actuações
ainda mais "pimbas", disfarçando a falta de qualidade e de inovação com o “barulho”
das luzes, a gritaria, as acrobacias dos bailarinos e as pernas das cantoras.
No meio de tudo isto a canção de Portugal, "O Jardim" interpretado por Cláudia Pascoal, sem as qualidades
interpretativas de um Sobral, volta a destacar-se pela originalidade e pela
qualidade, acompanhada por mais duas ou três musicas, como as da Estónia, da Irlanda, da
Alemanha ou da Itália.
O resto ´é mero lixo de “macacos de imitação”, com destaque para indescritível
canção de Israel, ao que parece a favorita para muita gente, um autêntico pavor,
revelador do mau gosto que impera nos “mercados” musicais.
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quinta-feira, 10 de maio de 2018
A “Origem”
Quando é que começou esta onda de corrupção envolvendo políticos do “centrão”
(ou do “arco do poder”)?
Vão lá atrás, às privatizações da banca e dos grandes sectores de
actividade, feitas à pressa, em troca de favores (“eu dou-te o banco, tu dás-me
um lugar para mim ou para um boy meu”). Investiguem os envolvidos, os grandes
accionistas, os responsáveis pelas leis favoráveis feitas à medida, os “conselhos
de administração” (havia um ministro de um governo PSD, hoje responsável por
uma grande empresa de comunicações, que se gabava de administrar….13
empresas!!!!).
Vão lá atrás, ao início da chegada em “barda” dos fundos europeus,
usados por “empresas” criadas à pressa por quem controlava o poder politico (o “cavaquista”
logo à partida…mas outros se seguiram, culminando no “socratismo”…) e distribuído
de acordo com leis feitas à medida, elaborada por conhecidos escritórios de
advogados, onde trabalhavam ( e trabalham) conhecidas figuras da politica do “centrão”.
Vão lá atrás, às concessões de pontes e auto-estradas, às concessões Público-privadas, aos grandes
eventos que desbarataram fundos europeus, vejam quem lucrou, quem administrou e
geriu….
Vão lá atrás, ao mundo do futebol, a grande máquina de lavar dinheiro,
onde circulam em promiscuidade conhecidos políticos, jornalistas, autarcas,
dirigentes de associações profissionais….
Vão lá atrás, ao vasto mundo das autarquias, das empresas municipais,
dos concursos feitos à medida de boys e girls, esse autêntico “centrão dos
pequeninos”…
Vão lá atrás, aos boys e girls nomeados para as administrações
públicas, com salários e condições com
que os verdadeiros funcionários públicos nem sonham…
Vão lá atrás, à história das universidade privadas e dos politécnicos,
muitas delas feitas para empregar políticos no desempego, outras para “ajeitar”
currículos de “jotinhas” candidatos à carreira politica...
Depois cruzem todos esses dados, todas as histórias de vida dessa
gente, e talvez descubram que Sócrates é “apenas” uma gota no oceano.
Recentemente um estudo da CGTP mostrava que o salário mínimo em
Portugal, se tivesse em conta a inflação e a produtividade, com base na
realidade de 1974, devia estar hoje nos 1400 euros.
A diferença entre os 585 actuais e os 1400 onde devia estar, vão encontra-la
no bolso daquela gente…
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