terça-feira, 12 de julho de 2016

Contra o Politburo de Bruxelas Marchar!!! Marchar!!! (…ou…Portugal e a Europa precisam de um Éder para quebrar a arrogância de Dijsselbloem, Dombrovskis, Schauble e Moscovici).


Eu sei que esta frase cheira a patriotismo barato e ingénuo.
Eu sei que os arrogantes que mandam nisto tudo não se comovem com a miséria alheia.
Eu sei que esses intolerantes líderes não eleitos, que se comportam como qualquer ditador de pacotilha, com a única diferença de que (ainda) não têm poder para prender ninguém, mas com poder para se vingarem, assaltando o bolso dos cidadãos dos países que contestam as suas medidas cegas ou ameaçando-os com mais medidas de austeridade, sem respeitarem a vontade democraticamente manifestada de procurar alternativas à desesperança do caminho único por eles imposto, atirando cada vez mais cidadãos desesperados para os braços da extrema-direita e do populismo radicalmente euroceptico e xenófobo (mas isso não os preocupa muito, pois têm sempre o seu futuro garantido, pois  a ditadura e a demagogia é o ambiente onde melhor se movem e, se acontecer a cada vez mais previsível desgraça política que se avizinha, terão um lugar reservado nessa “Nova Ordem Europeia”), não se vão desviar uma linha do seu programa neoliberal de destruir os direitos socias dos europeus.
Eu sei que não serve de nada argumentar contra esses fanfarrões bem pagos, nem explicar que  a aplicação de sanções em Portugal é o reconhecimento do falhanço do próprio remédio que eles impuseram ao país.
Eu sei que bater nos mais fracos e  é apanágio dos fanfarrões, que assim procuram descarregar a sua frustração perante o Brexit e desviar as atenções para as suas responsabilidades, quer na crise financeira, quer na crise humanitária dos refugiados que devia envergonhar qualquer líder político europeu.
Eu sei que isto não serve de nada, é uma opinião contra a maré arrasadora dos fazedores de opinião pública, os gobelzinhos e “acompanhantes de luxo” do ideário austeritário do Politburo de Bruxelas.
Eu sei que, “no fim ganha a Alemanha”.
Mas também se dizia isso no futebol e a selecção Alemã nem à final conseguiu chegar.
E a equipa pelo qual os alemães torciam, a França ( também neste caso... a França...era a França!!!) e que tinha todas as forças a seu favor, foi derrotada de forma limpa, mesmo quando não jogaram de forma limpa, destruindo o melhor trunfo dos portugueses.
 
Eu sei que tudo isto pode roçar a demagogia, mas essa é aúnica linguagem que essa gente fala e compreende..
Mas, talvez um dia lhes apareça pela frente ( dos arrogantes, altivos e bem pagos Dijsselbloem, Dombrovskis, Schauble e Moscovici, entre tantos outros...) um Éder que os remeta para o lugar de onde nunca deviam ter saído, o caixote do lixo da História…

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