quinta-feira, 17 de maio de 2018

Bruno de Carvalho, o “nosso” taliban.



Bruno de Carvalho é a cereja amarga no bolo podre do mundo do futebol.

Tentou ser uma imitação de Pinto da Costa, imitando mal a genuína boçalidade do presidente do Porto, mas revelou-se sempre um pobre esboço da arrogância daquele.

O mundo do futebol, principalmente, o dos “três grandes”, é um mundo cada vez menos recomendável.

É palco dos mais repugnantes actos de intolerância, e, pelo que se percebe pela apetência para cargos directivos de banqueiros e políticos em promoção ou  final de carreira e de caciques  como o “bombeiro” Marta Soares, uma gigantesca máquina de lavagem de dinheiro sujo e promoção da mediocridade.

Por isso, o que aconteceu na “academia” [????] de Alcochete era previsível, neste ou em qualquer outra “catedral” do futebol, com a agravante de esta estar há muito anunciada pela forma boçal como Bruno de Carvalho incentivou a violência contra jogadores e técnicos.

Bruno de Carvalho é o responsável moral pelos acontecimentos e não o envolver no julgamento do caso seria o mesmo que não envolver Hitler no julgamento do Holocausto, só porque, que se saiba, Hitler nunca entrou num campo de concentração ou nunca matou um judeu com as próprias mãos…

Já denunciamos AQUI e AQUI o mundo do futebol e, infelizmente, o que escrevemos então, continua actual.

Agora é esperar que os nossos políticos  não se fiquem pelas palavras de circunstância, nem se acobardem perante a violência de comentadores e lideres clubistas, e actuem, de uma vez por todas.

Os  sportinguistas já devem ter percebido  que, se não ganharam o campeonato este ano, devem deixar de acusar as arbitragens ou qualquer conspiração, e “agradecer” a Bruno de Carvalho e à instabilidade por ele criada no clube.

Infelizmente, "Brunos de Carvalho" há muitos….

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